quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Cor litúrgica branca
23Santificarei o meu grande nome, profanado entre as nações no meio das quais o profanastes. As nações saberão que eu sou o SENHOR -- oráculo do SENHOR Deus -- quando por meio de vós mostrar minha santidade à vista delas.
24Tirar-vos-ei dentre as nações, congregar-vos-ei de todos os países e conduzir-vos-ei para a vossa terra.
25Derramarei sobre vós uma água pura, e sereis purificados de todas as vossas imundícies; purificar-vos-ei de todos os vossos ídolos.
26Dar-vos-ei um coração novo e porei um novo espírito no meio de vós; tirarei da vossa carne o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne.
27Porei em vós o meu espírito e farei que andeis nos meus preceitos, que guardeis as minhas leis e as pratiqueis.
28Habitareis na terra que dei a vossos pais; sereis o meu povo e eu serei o vosso Deus.
1Ao mestre do coro. Salmo. De Davide.
2Quando o profeta Natan foi ter com ele, depois de haver pecado com Betsabé.
3Tem piedade de mim, ó Deus, segundo a tua misericórdia; segundo a multidão das tuas clemências, apaga a minha iniquidade.
4Lava-me inteiramente da minha culpa, purifica-me do meu pecado,
5Porque eu reconheço a minha maldade, e o meu pecado está sempre diante de mim.
6Pequei contra ti só, fiz o que é mau diante dos teus olhos, para que te manifestes justo na tua sentença, recto no teu juízo.
7Eis que nasci na culpa, e minha mãe concebeu-me no pecado.
8Eis que te comprazes na sinceridade do coração, e no meu íntimo me ensinas a sabedoria.
9Asperge-me com o hissope, e serei purificado; lava-me, e me tornarei mais branco que a neve.
10Faz-me sentir gozo e alegria, exultem os ossos que trituraste.
11Aparta o teu rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas culpas.
12Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito firme.
13Não me arremesses da tua presença e não retires de mim o teu espírito santo.
14Dá-me a alegria da tua salvação e revigora-me com um espírito generoso.
15Ensinarei aos iníquos os teus caminhos, e os pecadores se converterão a ti.
16Livra-me da pena do sangue, ó Deus, Deus meu salvador; a minha língua exulte com a tua justiça.
17Senhor, abrirás os meus lábios, e a minha boca anunciará os teus louvores.
18Com efeito, não te apraz o sacrifício; e se te oferecesse um holocausto, não o aceitarias.
19O meu sacrifício, ó Deus, é um espírito contrito: não desprezaria, ó Deus, um coração contrito e humilhado.
20Senhor, sê benigno com Sião por tua bondade, reconstruindo os muros de Jerusalém.
21Então aceitarás os sacrifícios legítimos, as oferendas e os holocaustos; então oferecerão bezerros sobre o teu altar.
1Jesus, tomando a palavra, tornou-lhes a falar em parábolas, dizendo:
2"O reino dos céus é semelhante a um rei, que preparou o banquete de bodas para seu filho.
3Mandou os seus servos chamar os convidados para as bodas, e não quiseram ir.
4Enviou de novo outros servos, dizendo; Dizei aos convidados: Eis que preparei o meu banquete, os meus touros e animais cevados já estão mortos, e tudo pronto; vinde às núpcias.
5Mas eles desprezaram convite e foram-se, um para a sua casa de campo, e outro para o seu negócio.
6Outros lançaram mão dos servos que ele enviara, ultrajaram-nos e mataram-nos.
7O rei, tendo ouvido isto, irou-se, e, mandando os seus exércitos, exterminou aqueles homicidas, e pôs fogo à sua cidade.
8Então disse aos servos: As bodas com efeito estão preparadas, mas os convidados não eram dignos.
9Ide, pois, às encruzilhadas, e a quantos encontrardes convidai-os para as núpcias.
10Tendo saído os seus servos pelos caminhos, reuniram todos os que encontraram, maus e bons; e ficou cheia de convidados a sala das bodas.
11Entrou depois o rei para ver os que estavam à mesa, e viu lá um homem que não estava vestido com veste nupcial.
12E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo a veste nupcial? Ele, porém, emudeceu.
13Então o rei disse aos seus servos: Atai-o de pés e mãos, e lançai-o nas trevas exteriores; aí haverá pranto e ranger de dentes.
14Porque são muitos os chamados, e poucos os escolhidos."
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.