sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Cor litúrgica branca
1A mão do Senhor veio sobre mim, e o Senhor levou-me em espírito, e deixou-me no meio dum campo que estava cheio de ossos.
2Fez-me dar uma volta em roda deles; eram muito numerosos estendidos sobre a superfície do campo, e todos completamente secos.
3Disse-me (O Senhor): Filho de homem, porventura (julgas que) estes ossos poderão reviver? Respondi-lhe: Senhor Deus, tu o sabes.
4Ele disse-me: Profetiza acerca destes ossos. Dir-lhes-ás; Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor.
5Assim fala o Senhor Deus a estes ossos: Eis que vou infundir em vós o espírito, e vivereis.
6Porei sobre vós nervos, farei vir carnes sobre vós, cobrir-vos-ei de pele, dar-vos-ei espírito, e revivereis e sabereis que eu sou o Senhor.
7Eu, pois, profetizei, como me tinha sido mandado. Ora, enquanto profetizava ouviu-se um ruído, depois fez-se uma agitação e os ossos aproximaram-se uns dos outros.
8Olhei e vi que se haviam formado sobre eles nervos, e carnes para os revestir, e que a pele se havia estendido por cima. Mas não tinham espirito (ou vida).
9Então disse-me o Senhor: Profetiza ao espírito, profetiza, filho de homem, dize ao espírito; Assim fala o Senhor Deus: Espírito, vem dos quatro ventos, e sopra sobre estes mortos, para que revivam.
10Profetizei, pois, como o Senhor me tinha ordenado, e o espírito entrou neles, que reviveram e se puseram de pé: grande, enorme exército.
11Disse-me o Senhor: Filho de homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eles dizem: Os nossos ossos tornaram-se secos, a nossa esperança sumiu-se, estamos perdidos!
12Profetiza, pois, dize-lhes: Assim fala o Senhor Deus: Povo meu, vou abrir os vossos túmulos tirar-vos dos vossos sepulcros e introduzir-vos na terra de Israel.
13Sabereis, povo meu, que sou o Senhor quando eu abrir os vossos sepulcros, e vos tirar dos vossos túmulos
14e infundir o meu espírito em vós para reviverdes, e vos fizer repousar sobre a vossa terra; sabereis que eu, o Senhor, o disse e o fiz oráculo do Senhor Deus.
7A sua boca está cheia de maldição, de fraude e de dolo; debaixo da sua língua estão a opressão e o vexame (para o próximo). (10,7)
34Os fariseus, tendo sabido que Jesus reduzira ao silêncio os saduceus, reuniram-se.
35Um deles, doutor da lei, tentando-o, perguntou-lhe:
36"Mestre, qual é o maior mandamento da lei?"
37Jesus disse-lhe: "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu espirito (Dt. 6, 4-5).
38Este é o maior e o primeiro mandamento.
39O segundo é semelhante a este: Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Lv. 19, 18).
40Destes dois mandamentos depende toda a lei e os profetas."
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.