quarta-feira, 9 de setembro de 2026
Cor litúrgica verde
25Quanto, porém, às virgens, não tenho mandamento do Senhor, mas dou conselho, como homem que, pela misericórdia do Senhor, é digno de confiança.
26Entendo, pois, que isto é bom por causa das dificuldades presentes, que é bom para o homem estar assim.
27Estás ligado a uma mulher? Não busques desligar-te. Estás livre de mulher? Não busques mulher.
28Mas, se tomares mulher, não pecas. E, se uma virgem se casar, não peca. Todavia estes sofrerão a tribulação da carne. E eu quisera poupar-vos (a ela).
29Eis, pois, o que vos digo. Irmãos: o tempo é breve. Resta que os que têm mulheres, sejam como se as não tivessem;
30os que choram, como se não chorassem; os que folgam, como se não folgassem ; os que compram, como se não possuíssem;
31os que usam deste mundo, como se dele não usassem, porque a figura deste mundo passa.
1Ao mestre do coro. Segundo a melodia de "Os lírios". Dos filhos de Coré. Maskil. Canção de amor.
2Saiu do meu coração uma palavra sublime: eu dedico ao rei este meu poema; a minha língua é (como) pena de ágil escriva.
3Ultrapassas em formosura os filhos dos homens, a graça derramou-se nos teus lábios: por isso te abençoou Deus para sempre.
4Cinge a tua espada ao teu lado, ó (rei) poderosíssimo, tua gala e teu ornato!
5Avança triunfante em prol da fé e da justiça, e a tua dextra te ensine gloriosas façanhas.
6As tuas setas são agudas, os povos submetem-se a ti, os inimigos do rei perdem o ânimo.
7O teu trono, ó Deus, subsistirá por todos os séculos; o ceptro do teu reino é um ceptro de equidade.
8Amas a justiça e aborreces a iniquidade: por isso te ungiu Deus, o teu Deus, com óleo de alegria, de preferência aos teus companheiros.
9(Perfume de) mirra, de aloés e cássia (exalam) as tuas vestes; dos palácios de marfim o som das cítaras te alegra.
10Filhas de reis saem ao teu encontro, a rainha está à tua dextra, ornada com ouro de Ofir.
11Escuta, ó filha, e vê, inclina o teu ouvido, e esquece-te do teu povo e da casa de teu pai.
12O rei desejará a tua beleza: ele é o teu Senhor, presta-lhe homenagem.
13O povo de Tiro vem com presentes; o teu favor imploram os grandes do povo.
14A filha do rei entra toda formosa; tecidos de ouro são os seus vestidos.
15E apresentada ao rei coberta de recamadas vestes; as virgens que formam o seu séquito, suas companheiras, são-te conduzidas (ó rei).
16São conduzidas com alegria e com regozijo, entram no palácio do rei.
17Aos teus pais sucederão os teus filhos; estabelecê-los-às príncipes sobre toda a terra.
18Recordarei o teu nome por todas as gerações; por isso os povos te louvarão pelos séculos dos séculos.
20Levantando os olhos para os seus discípulos, dizia: "Bem-aventurados vós os pobres, porque vosso é o reino de Deus.
21Bem-aventurados os que agora tendes fome, porque sereis saciados. Bem-aventurados os que agora chorais, porque rireis.
22Bem-aventurados sereis quando os homens vos odiarem, vos repelirem, vos carregarem de injúrias, e rejeitarem o vosso nome como mau, por causa do Filho do homem.
23Alegrai-vos nesse dia, e exultai, porque será grande a vossa recompensa no céu. Era assim que os pais deles tratavam os profetas.
24Mas, ai de vós, ó ricos! porque tendes a vossa consolação (neste mundo).
25Ai de vós os que estais saciados! porque vireis a ter fome. Ai de vós os que agora rides! porque gemereis e chorareis.
26Ai de vós, quando todos os homens vos louvarem! porque assim faziam aos falsos profetas os pais deles.
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.