sábado, 14 de março de 2026
Cor litúrgica roxa
1Eles, vendo-se na sua angústia, recorrerão a mim. Vinde (dirão), voltemos para o Senhor,
2porque (assim, como) nos dilacerou, (também) nos sarará; ele nos feriu, ele nos curará.
3Dar-nos-á novamente a vida em dois dias; ao terceiro dia levantar-nos-á, e viveremos na sua presença. Entraremos na ciência do Senhor, segui-lo-emos a fim de o conhecer. A sua vinda está preparada como a da aurora, e ele descerá sobre nós como a chuva, como a chuva da primavera que costuma vir sobre a terra.
4Que te farei, Efraim? Que te farei, Judá? A vossa caridade é como uma nuvem da manhã, como o orvalho transitório da manhã.
5Por isso é que os tratei duramente pelos profetas, que os matei pelas palavras da minha boca; os juízos proferidos contra ti, são como a luz que se levanta.
6Porque o que eu quero é o amor, e não os sacrifícios, o conhecimento de Deus mais que os holocaustos.
1Ao mestre do coro. Salmo. De Davide.
2Quando o profeta Natan foi ter com ele, depois de haver pecado com Betsabé.
3Tem piedade de mim, ó Deus, segundo a tua misericórdia; segundo a multidão das tuas clemências, apaga a minha iniquidade.
4Lava-me inteiramente da minha culpa, purifica-me do meu pecado,
5Porque eu reconheço a minha maldade, e o meu pecado está sempre diante de mim.
6Pequei contra ti só, fiz o que é mau diante dos teus olhos, para que te manifestes justo na tua sentença, recto no teu juízo.
7Eis que nasci na culpa, e minha mãe concebeu-me no pecado.
8Eis que te comprazes na sinceridade do coração, e no meu íntimo me ensinas a sabedoria.
9Asperge-me com o hissope, e serei purificado; lava-me, e me tornarei mais branco que a neve.
10Faz-me sentir gozo e alegria, exultem os ossos que trituraste.
11Aparta o teu rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas culpas.
12Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito firme.
13Não me arremesses da tua presença e não retires de mim o teu espírito santo.
14Dá-me a alegria da tua salvação e revigora-me com um espírito generoso.
15Ensinarei aos iníquos os teus caminhos, e os pecadores se converterão a ti.
16Livra-me da pena do sangue, ó Deus, Deus meu salvador; a minha língua exulte com a tua justiça.
17Senhor, abrirás os meus lábios, e a minha boca anunciará os teus louvores.
18Com efeito, não te apraz o sacrifício; e se te oferecesse um holocausto, não o aceitarias.
19O meu sacrifício, ó Deus, é um espírito contrito: não desprezaria, ó Deus, um coração contrito e humilhado.
20Senhor, sê benigno com Sião por tua bondade, reconstruindo os muros de Jerusalém.
21Então aceitarás os sacrifícios legítimos, as oferendas e os holocaustos; então oferecerão bezerros sobre o teu altar.
9Disse também esta parábola a uns que confiavam muito em si mesmos, como se fossem justos, e desprezavam os outros.
10"Subiram dois homens ao templo a fazer oração: um era fariseu, outro publicano.
11O fariseu, de pé, orava no seu interior desta forma: Graças te dou, ó Deus, porque não sou como os outros homens: ladrões, injustos, adúlteros, nem como este publicano.
12Jejuo duas vezes na semana; pago o dízimo de tudo o que possuo,
13O publicano, porém, conservando-se a distância, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Meu Deus, tem piedade de mim pecador.
14Digo-vos que este voltou justificado para sua casa, o outro não; porque quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado."
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.