sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
Cor litúrgica verde
29Ora aconteceu que, um dia, Jeroboão saiu de Jerusalém, e que Aias Silonita, profeta, coberto com uma capa nova, o encontrou no caminho. Estavam sós os dois no campo.
30Aias, tomando a sua capa nova, de que vinha coberto, rasgou-a em doze partes
31e disse a Jeroboão: Toma para ti dez retalhos, porque isto é o que diz o Senhor Deus de Israel: Eu rasgarei o reino das mãos de Salomão e dar-te-ei dez tribos.
32A ele, porém, ficará um a tribo, em atenção a meu servo Davide e à cidade de Jerusalém, que eu escolhi dentre todas as tribos de Israel.
1Ao mestre do coro. Segundo a melodia de "Os lagares..." De Asaf.
2Regozijai-vos em Deus, nosso protector, aclamai o Deus de Jacob.
3Tocai o saltério e pulsai o tímpano, a citara melodiosa e a lira.
4Tocai a trombeta na neoménia, no plenilúnio, nosso dia solene,
5porque é um preceito para Israel, e uma ordem do Deus de Jacob.
6Prescreveu esta lei a José, quando saiu da terra do Egipto. Ouvi uma língua que não entendia
7"Libertei os seus ombros do fardo: as suas mãos deixaram o cesto (com que serviam nas obras).
8Na tribulação clamaste, e eu te livrei; do interior duma nuvem trovejante te respondi, provei-te junto das águas de Meriba.
9Ouve, povo meu, e eu te advertirei: Oxalá que me ouças, ó Israel!
10Não haverá em ti deus alheio, nem adorarás deus peregrino:
11Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egipto; abre a tua boca, e eu a encherei.
12Mas o meu povo não ouviu a minha voz, e Israel não me obedeceu.
13Por isso abandonei-os à dureza do seu coração, andem segundo o seu parecer.
14Se o meu povo me tivesse ouvido, se Israel tivesse andado nos meus caminhos
15eu depressa humilharia os seus inimigos, voltaria a minha mão contra os seus adversários:
16os que odeiam o Senhor, o adulariam, e a sua sorte duraria para sempre,
17Por outro lado, a ele "(ao meu povo)" alimentá-lo-ia com a flor do trigo, e saciá-lo-ia de mel saído da rocha."
31Jesus, deixando o território de Tiro, foi novamente por Sidónia ao mar da Galileia, atravessando o território da Decápole.
32Trouxeram-lhe um surdo-mudo, e suplicavam-lhe que lhe impusesse a mão.
33Então Jesus, tomando-o aparte dentre a multidão, meteu-lhe os dedos nos ouvidos, e tocou com saliva a sua língua.
34Depois, levantando os olhos ao céu, deu um suspiro, e disse-lhe: "Ephphata", que quer dizer "abre-te".
35Imediatamente se lhe abriram os ouvidos, se lhe soltou a prisão da língua, e falava claramente.
36Ordenou-lhes que a ninguém o dissessem. Porém, quanto mais lho proibia, mais o publicavam.
37E admiravam-se, sobremaneira, dizendo: "Tudo tem feito bem! Faz ouvir os surdos, e falar os mudos!
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.