sexta-feira, 4 de dezembro de 2026
Cor litúrgica roxa
17Porventura dentro de pouco tempo, em breve espaço, não se converterá o Líbano em vergel, e o vergel não passará por um bosque?
18Nesse dia os surdos ouvirão as palavras do livro (da lei), e dentre as trevas e a escuridão verão os olhos dos cegos.
19Os humildes alegrar-se-ão cada vez mais no Senhor, e exultarão os mais pobres no Santo de Israel,
20porque desaparecerá o opressor, acabará o escarnecedor, serão destruídos todos os que pensam em fazer mal,
21aqueles que por uma palavra, acusam os outros, que armam laços ao que os repreende à porta (da cidade, nos julgamentos), que, por suas mentiras, perdem o justo.
22Por esta causa, o Senhor, que resgatou Abraão, diz isto à casa de Jacob: Agora não será mais confundido Jacob, nem jamais se envergonhará o seu rosto.
23Quando se vir a minha obra nele, abençoar-se-á o meu nome. Glorificar-se-á o Santo de Jacob, temer-se-á o Deus de Israel.
24Então aqueles, cujo espírito vivia no erro, terão a sabedoria (da salvação), e aprenderão a lei (do Senhor) os que murmuravam (dela).
1De Davide. O Senhor é a minha luz e a minha salvação: a quem temerei? O Senhor é o baluarte da minha vida, diante de quem tremerei?
2Quando os malvados me assaltam para devorar a minha carne, os meus adversários e os meus inimigos resvalam e caem.
3Ainda que acampem exércitos contra mim, o meu coração não temerá; ainda que se levante uma guerra contra mim, mesmo então confiarei.
4Uma só coisa peço ao Senhor, esta solicito: é que eu habite na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para gozar da suavidade do Senhor e contemplar o seu templo.
5De facto, ele há-de esconder-me na sua tenda no dia mau, há-de ocultar-me no retiro do seu tabernáculo, há-de levar-me para cima duma rocha.
6E agora a minha cabeça ergue-se por cima dos inimigos que me cercam, e imolarei em seu tabernáculo vítimas de júbilo, cantarei e entoarei salmos ao Senhor.
7Ouve, Senhor, a minha voz, com que clamo (a ti). tem compaixão de mim e ouve-me.
8O meu coração fala-te, a minha face busca-te; procuro. Senhor, a tua face.
9Não escondas de mim a tua face, não repilas com ira o teu servo. Tu és a minha ajuda; não me lances fora, nem me abandones, ó Deus, meu salvador.
10Se meu pai e minha mãe me abandonarem, O Senhor me acolherá.
11Ensina-me, Senhor, o teu caminho, e guia-me pela vereda direita, por causa dos meus adversários.
12Não me entregues à mercê dos meus inimigos, porque se levantaram contra mim testemunhas falsas, homens que respiram violência.
13Espero que hei-de ver os bens do Senhor na terra dos viventes.
14Espera no Senhor, sê forte, fortifique-se o teu coração, e espera no Senhor.
27Partindo dali Jesus, seguiram-no , dois cegos, gritando e dizendo: "Tem piedade de nós. Filho de David !"
28Tendo chegado a casa, aproximaram-se dele os cegos. E Jesus disse-lhes: "Credes que posso fazer isto?" Eles responderam: "Sim , Senhor."
29Então tocou-lhes os olhos, dizendo: "Seja-vos feito segundo a vossa fé."
30E abriram-se os seus olhos. Jesus deu-lhes ordens terminantes, dizendo: "Vede que ninguém o saiba."
31Mas eles, retirando-se, divulgaram por toda aquela terra a sua fama.
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.