segunda-feira, 9 de novembro de 2026
Cor litúrgica branca
1(Depois) fez-me voltar para a porta da casa (do Senhor). E eis que brotavam águas debaixo do limiar da porta, do lado do oriente, porque a face da casa olhava para o oriente; as águas desciam por baixo do lado direito do templo, ao meio-dia do altar.
2Fez-me sair pelo pórtico do setentrião e dar a volta por fora até ao pórtico exterior, que olhava para o oriente; vi que as águas jorravam do lado direito.
8Disse-me; Estas águas vão para o distrito oriental e descem para a planície do deserto; entrarão no mar (Morto) e aí se difundirão, de maneira que as águas (do mar) ficarão saudáveis.
9Todo o animal vivo, que se move (nas águas), viverá por toda a parte onde chegar a torrente; haverá peixes em abundância, porque, onde chegarem estas águas, as outras se tornarão sãs e haverá vida em toda a parte onde chegar esta torrente.
12Ao longo da torrente nascerá nas suas ribanceiras, dum e doutro lado, toda a espécie de árvores frutíferas; não lhes cairá a folha, nem faltará o fruto. Darão frutos novos todos os meses, porque as suas águas manam do santuário; os seus frutos servirão de sustento, e as suas folhas de remédio.
1Ao mestre do coro, Dos filhos de Coré. Segundo a melodia de "As Virgens..." Cântico.
2Deus é nosso refúgio e nossa força; grandemente se tem mostrado (nosso) auxílio nas angústias.
3Por isso não tememos, ainda que a terra se subverta, e caiam os montes para o meio do mar.
4Bramem e encrespem-se as suas águas, estremeçam os montes ao seu embate: o Senhor dos exércitos está connosco, é uma cidadela para nós o Deus de Jacob.
5As correntes dum rio alegram a cidade de Deus, o tabernáculo mais santo do Altíssimo.
6Deus está no meio dela, não se abalará; Deus a ajudará desde o raiar da manhã.
7As nações se amotinaram, os reinos se agitaram; (Deus) fez ouvir a sua voz e a terra se desagregou;
8O Senhor dos exércitos está connosco o Deus de Jacob é a nossa cidadela.
9Vinde, vede as obras do Senhor, as maravilhas que operou sobre a terra.
10E ele quem reprime as guerras até à extremidade do mundo, quebra os arcos e faz em pedaços as lanças, e queima ao fumo os escudos.
11"Desisti e reconhecei que eu sou Deus, excelso entre as gentes, e excelso sobre (toda) a terra."
12O Senhor dos exércitos está connosco; O Deus de Jacob é a nossa cidadela.
13Estava próxima a Páscoa dos Judeus, e Jesus subiu a Jerusalém.
14Encontrou no templo vendedores de bois, ovelhas e pombas, e os cambistas sentados às suas mesas.
15Tendo feito um azorrague de cordas, expulsou-os a todos do templo, e com eles as ovelhas e os bois, deitou por terra o dinheiro dos cambistas e derribou as suas mesas.
16Aos que vendiam pombas, disse: "Tirai daqui isto, não façais da casa de meu Pai casa de negócio."
17Então lembraram-se seus discípulos do que está escrito: O zelo da tua casa devorou-me (Ps. 68, 10).
18Tomaram então a palavra os Judeus, e disseram-lhe: "Com que sinal nos mostras tu que tens autoridade para fazer estas coisas?"
19Jesus respondeu-lhes: "Destruí este templo, e o reedificarei em três dias."
20Replicaram os Judeus: "Este templo foi edificado em quarenta e seis anos, e tu o reedificarás em três dias?"
21Ora ele falava do templo de seu corpo.
22Quando, pois, ressuscitou dos mortos lembraram-se seus discípulos do que ele dissera, e creram na Escritura e nas palavras que Jesus tinha dito.
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.