quarta-feira, 4 de novembro de 2026
Cor litúrgica branca
12Portanto, meus caríssimos, como sempre tendes sido obedientes, trabalhai na vossa salvação com temor e tremor, não só na minha presença, mas muito mais agora na minha ausência.
13Porque Deus é o que opera em vós o querer e o executar, segundo o seu beneplácito.
14Fazei, pois, todas as coisas sem murmuração nem contestações,
15a fim de serdes irrepreensíveis e sinceros filhos de Deus, sem culpa, no meio de uma nação depravada e corrompida, onde brilhais como astros do mundo,
16conservando a palavra de vida (que vos preguei), para eu ter a glória, no dia (da segunda vinda) de Cristo, de não haver corrido nem trabalhado em vão.
17Mas, ainda que o meu sangue deva servir de libação sobre o sacrifício e a oferenda da vossa fé, alegro-me e congratulo-me com todos vós.
18E vós também alegrai-vos e congratulai-vos comigo.
1De Davide. O Senhor é a minha luz e a minha salvação: a quem temerei? O Senhor é o baluarte da minha vida, diante de quem tremerei?
2Quando os malvados me assaltam para devorar a minha carne, os meus adversários e os meus inimigos resvalam e caem.
3Ainda que acampem exércitos contra mim, o meu coração não temerá; ainda que se levante uma guerra contra mim, mesmo então confiarei.
4Uma só coisa peço ao Senhor, esta solicito: é que eu habite na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para gozar da suavidade do Senhor e contemplar o seu templo.
5De facto, ele há-de esconder-me na sua tenda no dia mau, há-de ocultar-me no retiro do seu tabernáculo, há-de levar-me para cima duma rocha.
6E agora a minha cabeça ergue-se por cima dos inimigos que me cercam, e imolarei em seu tabernáculo vítimas de júbilo, cantarei e entoarei salmos ao Senhor.
7Ouve, Senhor, a minha voz, com que clamo (a ti). tem compaixão de mim e ouve-me.
8O meu coração fala-te, a minha face busca-te; procuro. Senhor, a tua face.
9Não escondas de mim a tua face, não repilas com ira o teu servo. Tu és a minha ajuda; não me lances fora, nem me abandones, ó Deus, meu salvador.
10Se meu pai e minha mãe me abandonarem, O Senhor me acolherá.
11Ensina-me, Senhor, o teu caminho, e guia-me pela vereda direita, por causa dos meus adversários.
12Não me entregues à mercê dos meus inimigos, porque se levantaram contra mim testemunhas falsas, homens que respiram violência.
13Espero que hei-de ver os bens do Senhor na terra dos viventes.
14Espera no Senhor, sê forte, fortifique-se o teu coração, e espera no Senhor.
25Ia com ele grande multidão de povo. Jesus, voltando-se, disse-lhes:
26"Se algum vem a mim, e não aborrece seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos, suas irmãs, e até a sua vida, não pode ser meu discípulo.
27O que não leva a sua cruz e não me segue, não pode ser meu discípulo.
28Porque qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e ver se tem com que acabar?
29Para que, depois de ter assentado o fundamento e não a poder terminar, todos os que virem, não comecem a fazer zombaria dele, dizendo:
30Este homem principiou a edificar, e não pôde terminar.
31Ou qual é o rei que, estando para entrar em guerra contra outro rei, não se assenta primeiro a considerar se com dez mil homens pode ir encontrar-se com o que traz contra ele vinte mil?
32Doutra maneira, quando o outro está ainda longe, enviando embaixadores, pede-Ihe paz.
33Assim, pois, qualquer de vós que não renuncia tudo o que possui, não pode ser meu discípulo.
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.