sábado, 31 de outubro de 2026
Cor litúrgica verde
18Mas, que importa? Contanto que Cristo, de qualquer modo, seja anunciado, ou por algum falso pretexto ou com sinceridade, não só nisto me alegro, mas me alegrarei.
19De facto, sei que isto me resultará em salvação, pela vossa oração e pelo socorro do Espírito de Jesus Cristo,
20segundo a expectação e esperança que tenho, de que em nenhuma coisa serei confundido, mas que, com toda a confiança como sempre, também agora será Cristo glorificado no meu corpo, quer na vida, quer na morte.
21Com efeito, para mim o viver é Cristo, e morrer é um lucro (porque ficarei mais intimamente unido com ele).
22Mas, se o viver (mais tempo) na carne me é útil por causa do trabalho (do meu apostolado, que redunda em glória de Deus, então) não sei o que escolher.
23Estou em aperto por duas partes: tenho o desejo de partir para estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor,
24mas o permanecer na carne é preferível por amor de vós.
25E, persuadido disto, sei que ficarei e que permanecerei com todos vós, para vosso proveito e gozo da vossa fé,
26a fim de que, pela minha volta e presença entre vós, vos dê motivo para vos glorificardes mais em Cristo Jesus.
1Ao mestre do coro. Maskil. Dos filhos de Coré.
2Assim como a cerva suspira pelas fontes das águas, assim a minha alma suspira por ti, ó Deus.
3A minha alma tem sede de Deus, de Deus vivo: quando irei e contemplarei a face de Deus?
4As minhas lágrimas são o meu pão de dia e de noite, enquanto me dizem todos os dias:"Onde está o teu o Deus?"
5Lembro-me destas coisas e derramo a minha alma dentro de mim mesmo: como avançava entre a multidão, como os precedia para a casa de Deus, entre cânticos de alegria e de louvor, no ajuntamento festivo.
6Por que te deprimes, minha alma, por que te conturbas dentro de mim? Espera em Deus. porque novamente o hei-de louvar, (a ele que é a) salvação do meu rosto
7e o meu Deus. Dentro de mim mesmo se deprime a minha alma: por isso me lembro de ti, desde a terra do Jordão e do Hermon, desde o monte Misar.
8Um abismo chama outro abismo, com o fragor das tuas cataratas: todas as tuas vagas e as tuas torrentes passaram sobre mim.
9Durante o dia o Senhor me conceda a sua graça, e de noite eu cantarei, louvarei ao Deus da minha vida.
10Digo a Deus: "Meu Rochedo por que te esqueces de mim?" "Por que ando triste, sob a opressão de inimigos?"
11Fracturam-se os meus ossos, quando os meus adversários me ultrajam, quando todos os dias me dizem: "Onde está o teu Deus?"
12Por que te deprimes, minha alma? Por que te conturbas dentro de mim? Espera em Deus, porque novamente o hei-de louvar, (a ele que é) a salvação do meu rosto e o meu Deus
1Entrando Jesus, um sábado, em casa de um dos principais fariseus, a tomar a sua refeição, eles o estavam observando.
7Disse também uma parábola, observando como os convidados escolhiam os primeiros lugares à mesa:
8"Quando fores convidado para bodas, não te ponhas no primeiro lugar, porque pode ser que outra pessoa de mais consideração do que tu tenha sido convidada pelo dono da casa,
9e que, vindo este que te convidou a ti e a ele, te diga: Cede o lugar a este; e tu envergonhado vás ocupar o último lugar.
10Mas, quando fores convidado, vai tomar o último lugar, para que, quando vier o que te convidou, te diga : Amigo, vem mais para cima. Então terás com isto glória na presença dos que estiverem juntamente à mesa;
11porque todo o que se exalta, será humilhado, e o que se humilha, será exaltado."
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.