sexta-feira, 16 de outubro de 2026
Cor litúrgica verde
11Nós, predestinados pelo decreto daquele que opera todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade, fomos escolhidos
12para servir ao louvor da sua glória, nós, que antes tínhamos esperado em Cristo,
13Nele também vós, tendo ouvido a palavra da verdade, o Evangelho da vossa salvação, e, tendo crido nele, fostes marcados com o selo do Espirito Santo que tinha sido prometido,
14o qual é o penhor da nossa herança, esperando a plena redenção daqueles que Deus adquiriu, em louvor da sua glória.
1Exultai, ó justos, no Senhor: e aos rectos (do coração) que fica bem o louvá-lo.
2Celebrai o Senhor com a citara, cantai-lhe hinos com o saltério de dez cordas.
3Cantai-lhe um cântico novo, cantai-lhe com entusiasmo ao som das trombetas.
4De facto, a palavra do Senhor é recta, e toda a sua obra é fiel.
5Ele ama a justiça e o direito: a terra está cheia da graça do Senhor.
6Pela palavra do Senhor foram feitos os céus, e pelo sopro da sua boca (formaram-se) todos os seus exércitos.
7Ele junta como num odre as águas do mar; ele põe as ondas como em reservatórios.
8Toda a terra tema o Senhor, e todos os que habitam o universo prestem-lhe reverência.
9Ele disse, e (tudo) foi feito; mandou, e (tudo) existiu.
10O Senhor dissipa os projectos das nações, e frustra os intentos dos povos.
11O desígnio do Senhor permanece eternamente: os pensamentos do seu coração (subsistem) de geração em geração.
12Bem-aventurada a nação que tem o Senhor por seu Deus: o povo que ele escolheu para sua herança.
13O Senhor olha dos céus: vê todos os filhos dos homens.
14Do lugar da sua morada observa todos os que habitam a terra
15ele que formou o coração de todos eles, ele está atento a todas as suas obras.
16Não é por seu poderoso exército que o rei vence, nem se salva o guerreiro pela sua grande força.
17Falaz é o cavalo para a vitória, e na sua grande força não salva.
18Eis os olhos do Senhor postos sobre os que o temem: sobre aqueles que esperam a sua graça,
19para livrar da morte as suas almas, e para os sustentar no tempo da fome.
20A nossa alma espera o Senhor: ele é nosso amparo e nosso escudo.
21Nele pois se alegra o nosso coração, e no seu santo nome confiamos.
22Exerça-se, Senhor, sobre nós a tua misericórdia, segundo esperamos em ti.
1Tendo-se juntado à roda de Jesus milhares e milhares de pessoas, de sorte que se atropelavam uns aos outros, começou ele a dizer aos seus discípulos: "Guardai-vos do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia.
2Nada há oculto que não venha a descobrir-se, e nada há escondido que não venha a saber-se.
3Por isso as coisas que dissestes nas trevas, serão ouvidas às claras, e o que falastes ao ouvido no gabinete, será apregoado sobre os telhados.
4A vós, pois, meus amigos, vos digo: não tenhais medo daqueles que matam o corpo, e depois nada mais podem fazer.
5Eu vou mostrar-vos a quem haveis de temer; temei aquele que, depois de matar, tem poder de lançar no inferno; sim, eu vos digo, temei este.
6Não se vendem cinco passarinhos por dois asses, entretanto nem um só deles está em esquecimento diante de Deus.
7Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais pois; vós valeis mais que muitos passarinhos.
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.