domingo, 11 de outubro de 2026
Cor litúrgica verde
6O Senhor dos exércitos fará neste monte para todos os povos (fiéis) um banquete de manjares substanciosos, de vinhos bons, de viandas gordas e tenras, de vinhos escolhidos e depurados.
7Neste monte tirará o véu que vela todos os povos, a cobertura estendida sobre todas as nações.
8Aniquilará a morte para sempre; o Senhor Deus enxugará as lágrimas de todas as faces, e tirará de cima de toda a terra o opróbrio do seu povo. Foi o Senhor que o disse.
9Dir-se-á naquele dia: Eis o nosso Deus, de quem esperávamos a salvação; este é que é o Senhor, em quem pusemos a nossa esperança; exultemos, alegremo-nos com a salvação que vem dele.
10Porque neste monte repousará a mão do Senhor, e Moab será pisado debaixo dele. como se pisam as palhas no monturo.
1Salmo. De Davide. O Senhor me apascenta: nada me falta;
2em verdes pastos me faz recostar. Conduz-me junto das águas para descansar;
3reconforta a minha alma, guia-me por veredas rectas, por causa do seu nome.
4Ainda que eu ande por um vale tenebroso, não temerei males, porque tu estás comigo. A tua vara e o teu báculo: são eles que me consolam.
5Preparas uma mesa para mim, à vista dos meus adversários; unges com óleos a minha cabeça; o meu cálice trasborda.
6Benignidade e graça me acompanharão todos os dias da minha vida. Habitarei na casa do Senhor, durante dilatadíssimos tempos.
12Sei viver nas privações, sei também viver na abundância; a tudo fui habituado : a ter fartura e a passar fome, a estar na abundância e a padecer necessidade.
13Tudo posso naquele que me conforta.
14Contudo, fizestes bem em me assistir na minha tribulação (socorrendo-me).
19O meu Deus, pois, cumpra todos os vossos desejos, conforme as suas riquezas, com glória, em Cristo Jesus.
20Seja dada glória a Deus e Pai nosso, por todos os séculos dos séculos. Assim seja.
1Jesus, tomando a palavra, tornou-lhes a falar em parábolas, dizendo:
2"O reino dos céus é semelhante a um rei, que preparou o banquete de bodas para seu filho.
3Mandou os seus servos chamar os convidados para as bodas, e não quiseram ir.
4Enviou de novo outros servos, dizendo; Dizei aos convidados: Eis que preparei o meu banquete, os meus touros e animais cevados já estão mortos, e tudo pronto; vinde às núpcias.
5Mas eles desprezaram convite e foram-se, um para a sua casa de campo, e outro para o seu negócio.
6Outros lançaram mão dos servos que ele enviara, ultrajaram-nos e mataram-nos.
7O rei, tendo ouvido isto, irou-se, e, mandando os seus exércitos, exterminou aqueles homicidas, e pôs fogo à sua cidade.
8Então disse aos servos: As bodas com efeito estão preparadas, mas os convidados não eram dignos.
9Ide, pois, às encruzilhadas, e a quantos encontrardes convidai-os para as núpcias.
10Tendo saído os seus servos pelos caminhos, reuniram todos os que encontraram, maus e bons; e ficou cheia de convidados a sala das bodas.
11Entrou depois o rei para ver os que estavam à mesa, e viu lá um homem que não estava vestido com veste nupcial.
12E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo a veste nupcial? Ele, porém, emudeceu.
13Então o rei disse aos seus servos: Atai-o de pés e mãos, e lançai-o nas trevas exteriores; aí haverá pranto e ranger de dentes.
14Porque são muitos os chamados, e poucos os escolhidos."
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.