sábado, 26 de setembro de 2026
Cor litúrgica verde
1Lança o teu pão sobre as águas que passam, porque depois de muito tempo o acharás.
2Reparte dele com sete e mesmo com oito (ou mais pessoas), porque não sabes o mal que pode vir sobre a terra.
3Quando as nuvens estiverem carregadas, derramarão chuva sobre a terra. Se a árvore cair para a parte do Meio-dia, ou para a do norte, onde cair, aí ficará.
4O que observa o vento não semeia, e o que considera as nuvens nunca segará.
5Do mesmo modo que ignoras qual é o caminho do espirito, e de que sorte se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não conheces as obras de Deus, que é o criador de todas as coisas.
6Semeia de manhã a tua semente, e de tarde não deixes a tua mão repousar, porque não sabes o que terá bom êxito, se isto, se aquilo, ou se ambas as coisas são igualmente boas.
7A luz é doce, e é coisa deleitável aos olhos o ver o sol.
8Se um homem viver muitos anos, e em todos eles se alegrar, deve lembrar-se dos dias de trevas que serão numerosos: tudo o que sucede é vaidade.
9Regozija-te, pois, ó jovem, na tua mocidade, e viva em alegria o teu coração na flor de teus anos; segue as inclinações do teu coração e o que agrada aos teus olhos, mas sabe que Deus te chamará a dar contas de todas estas coisas.
10Lança fora do teu coração a tristeza, e afasta o mal da tua carne, porque a juventude e a adolescência são vaidade.
1Oração. De Moisés, homem de Deus. Senhor, tu tens sido o nosso refúgio de geração em geração.
2Antes que os montes fossem formados, antes do nascimento da terra e do mundo, desde a eternidade e para sempre, tu és, ó Deus.
3Mandas que ao pó voltem os mortais, e dizes: "Regressai, filhos dos homens."
4Mil anos, aos teus olhos, são como o dia de ontem; que passou, e como uma vigília da noite (que somente dura três horas).
5Tu os arrebatas: são como um sonho matutino, como a erva verdejante:
6de manhã floresce e verdeja, à tarde é cortada e seca.
7Na verdade, somos consumidos pela tua ira, e perturbados pela tua indignação.
8Puseste as nossas culpas à tua vista, os nossos pecados ocultos à luz do teu rosto.
9Todos os nossos dias transcorreram na tua ira; acabamos os nossos anos como um suspiro.
10A soma dos nossos anos é setenta anos, ou, se somos robustos, oitenta; e muitos deles são trabalho e vaidade: realmente passam depressa, e voamos,
11Quem pondera o poder da tua ira, e a tua indignação, conforme o temor que te é devido?
12Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos a sabedoria do coração.
13Volta (para nós), Senhor, — até quando (te mostrarás irado)? - e sê propício para com os teus servos.
14Sacia-nos depressa com a tua misericórdia, para que exultemos e nos alegremos durante todos os nossos dias.
15Alegra-nos pelos dias em que nos afligiste, pelos anos em que vimos males.
16Manifeste-se aos teus servos a tua obra, e a tua glória aos seus filhos,
17e a bondade do Senhor, nosso Deus, esteja sobre nós; favorece a obra das nossas mãos, sim, a obra das nossas mãos favorece.
43E todos pasmavam da grandeza de Deus. Enquanto todos admiravam as coisas que ele fazia, Jesus disse aos seus discípulos;
44"Ponde nos vossos corações estas palavras: O Filho do homem está para ser entregue nas mãos dos homens."
45Eles, porém, não entendiam esta linguagem ; era-lhes tão obscura que não compreendiam; e tinham medo de o interrogar acerca dela.
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.