domingo, 20 de setembro de 2026
Cor litúrgica verde
6Buscai o Senhor, enquanto se pode encontrar; invocai-o, enquanto está perto.
7Deixe o ímpio o seu caminho, o homem iníquo os seus pensamentos, e volte-se para o Senhor, o qual terá piedade dele, para o nosso Deus porque ele é muito generoso para perdoar.
8Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos são os meus caminhos, diz o Senhor.
9Quanto os céus estão elevados acima da terra, tanto se acham elevados os meus caminhos acima dos vossos caminhos, os meus pensamentos acima dos vossos pensamentos.
1Louvores. De Davide. Eu te exaltarei, meu Deus, meu rei, bendirei o teu nome pelos séculos dos séculos,
2cada dia te bendirei, louvarei o teu nome pelos séculos dos séculos.
3Grande é o Senhor, muito digno de louvor, e a sua grandeza é insondável.
4Uma geração apregoa a outra as tuas obras, e (todas) anunciam o teu poder.
5Falam da esplêndida glória da tua majestade, divulgam as tuas maravilhas.
6Falam do poder das tuas obras terríveis e contam a tua grandeza.
7Proclamam o louvor da tua grande bondade e exultam com a tua justiça.
8Clemente e misericordioso é o Senhor, tardo para a ira e de muita benignidade.
9Bom é o Senhor para com todos, e compassivo com todas as suas obras.
10Dêem-te glória, Senhor, todas as tuas obras, e os teus santos te bendigam.
11Publiquem a glória do teu reino e falem do teu poder,
12para darem a conhecer aos filhos dos homens o teu poder, e a glória do teu reino esplendoroso.
13O teu reino é um reino que se estende a todos os séculos, e o teu império subsiste por todas as gerações. O Senhor é fiel em todas as suas palavras, santo em todas as suas obras.
14O Senhor sustém todos os que caem, levanta todos os prostrados.
15Os olhos de todos esperam em ti, Senhor, e tu lhes dás o sustento em tempo oportuno.
16Tu abres a tua mão, e sacias com benevolência todos os viventes.
17Justo é o Senhor em todos os seus caminhos, santo em todas as suas obras.
18O Senhor está perto de todos os que o invocam, de todos os que o invocam com sinceridade.
19Ele fará a vontade dos que o temem, ouvirá o seu clamor e os salvará.
20O Senhor guarda todos os que o amam, e exterminará todos os ímpios.
21Cante a minha boca o louvor do Senhor, e toda a carne bendiga o seu santo nome, pelos séculos dos séculos.
20segundo a expectação e esperança que tenho, de que em nenhuma coisa serei confundido, mas que, com toda a confiança como sempre, também agora será Cristo glorificado no meu corpo, quer na vida, quer na morte.
21Com efeito, para mim o viver é Cristo, e morrer é um lucro (porque ficarei mais intimamente unido com ele).
22Mas, se o viver (mais tempo) na carne me é útil por causa do trabalho (do meu apostolado, que redunda em glória de Deus, então) não sei o que escolher.
23Estou em aperto por duas partes: tenho o desejo de partir para estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor,
24mas o permanecer na carne é preferível por amor de vós.
27Cumpre somente que vos porteis de um modo digno do Evangelho de Cristo, a fim de que, quer eu vá ver-vos, quer esteja ausente, ouça dizer de vós que permaneceis constantes num mesmo espírito, lutando unânimes pela fé do Evangelho,
1O reino dos céus é semelhante a um pai de família que, ao romper da manhã, saiu a contratar operários para sua vinha.
2Tendo justado com os operários um dinheiro por dia, mandou-os para a sua vinha.
3Tendo saído cerca da terceira hora, viu outros, que estavam na praça ociosos,
4e disse-lhes: Ide vós também, para a minha vinha, e dar-vos-ei o que for justo.
5Eles foram. Saiu outra vez cerca da hora sexta e da nona, e fez o mesmo.
6Cerca da undécima, saiu, e encontrou outros que estavam sem fazer nada, e disse-Ihes: Porque estais aqui todo o dia sem trabalhar?
7Eles responderam: Porque ninguém nos assalariou. Ele disse-lhes: Ide vós também para a minha vinha.
8No fim da tarde o senhor da vinha disse ao seu mordomo: Chama os operários e paga-lhes o salário, começando pelos últimos até aos primeiros.
9Tendo chegado os que tinham ido à hora undécima, recebeu cada um seu dinheiro.
10Chegando também os primeiros, julgaram que haviam de receber mais; porém, também eles receberam um dinheiro cada um.
11Mas, ao receberem, murmuravam contra o pai de família,
12dizendo: Estes últimos trabalharam somente uma hora, e os igualaste connosco, que suportamos o peso do dia e do calor.
13Porém, ele, respondendo a um deles, disse: Amigo, eu não te faço injustiça. Não ajustaste tu comigo um dinheiro?
14Toma o que é teu, e vai-te. Eu quero dar também a este último tanto como a ti.
15Ou não me é lícito fazer dos meus bens o que quero? Porventura vês com maus olhos que eu sou bom?
16Assim os últimos são os primeiros, e os primeiros serão os últimos, porque são muitos os chamados, e poucos os escolhidos."
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.