sábado, 12 de setembro de 2026
Cor litúrgica verde
14Por isso, meus caríssimos, fugi da idolatria.
15Falo como a pessoas sensatas: julgai vós mesmos o que eu digo.
16Porventura o cálice de bênção, que benzemos, não é a comunhão do sangue de Cristo? E o pão, que partimos, não é a participação do corpo do Senhor?
17Visto que há um só pão, nós, embora muitos, formamos um só corpo, nós todos que participamos do mesmo pão.
18Considerai Israel, segundo a carne: os que comem das vitimas, porventura não têm parte no altar?
19Mas que digo? Digo que o que foi sacrificado aos ídolos é alguma coisa? Ou que o ídolo é alguma coisa? (De modo nenhum),
20antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios e não a Deus. Ora não quero que tenhais sociedade com os demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios;
21não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.
22Queremos porventura provocar o Senhor à emulação? Acaso somos mais fortes do que ele? "Tudo é permitido" — mas nem tudo aproveita.
1Aleluia. Amo o Senhor porque ele ouviu a voz da minha oração,
2porque inclinou para mim o seu ouvido, no dia em que o invoquei.
3Cordas de morte me envolveram, e os laços dos infernos vieram sobre mim, caí em angústia e em pesares.
4E invoquei o nome do Senhor: "Ah! Senhor, salva a minha vida!"
5O Senhor é benigno e justo, o nosso Deus é misericordioso.
6O Senhor guarda os simples: fui um desventurado e ele salvou-me.
7Volta, ó minha alma, ao teu repouso, porque o Senhor te cumulou de bens.
8Com efeito livrou da morte a minha alma, os meus olhos das lágrimas, os meus pés da queda.
9Andarei na presença do Senhor, na região dos vivos.
10Tive confiança mesmo quando disse: "Estou muito aflito."
11Eu disse no meu pavor: "Todo o homem é falaz!"
12Que darei eu em retribuição ao Senhor, por todos os benefícios que me tem feito?
13Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do Senhor.
14Cumprirei os meus votos ao Senhor, diante de todo o seu povo.
15É preciosa aos olhos do Senhor a morte dos seus santos.
16Ó Senhor, eu sou teu servo, eu sou teu servo e filho da tua escrava: quebraste as minhas cadeias.
17Eu te oferecerei um sacrifício de louvor, e invocarei o nome do Senhor.
18Cumprirei os meus votos ao Senhor, diante de todo o seu povo,
19nos átrios da casa do Senhor, no meio de ti, ó Jerusalém.
43Porque não é boa árvore a que dá frutos maus, nem má árvore a que dá bom fruto.
44Porquanto cada árvore se conhece pelo seu fruto; pois nem se colhem figos dos espinheiros, nem se vindimam uvas de um abrolho.
45O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem; o homem mau, do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala da abundância do coração.
46Porque me chamais vós Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu vos digo?
47Todo o que vem a mim, que ouve as minhas palavras, e as põe em prática, vou mostrar-vos a quem ele é semelhante.
48É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou profundamente, e pôs os alicerces sobre a rocha. Vindo uma inundação, investiu a torrente contra aquela casa, e não pôde movê-la, porque estava bem edificada.
49Mas o que ouve, e não pratica, é semelhante a um homem, que edificou a sua casa sobre a terra sem fundamentos. Investiu a torrente contra ela, e logo caiu, e foi grande a ruína daquela casa."
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.