sexta-feira, 4 de setembro de 2026
Cor litúrgica verde
1Assim todos nos considerem como servidores de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus.
2Ora o que se requer nos despenseiros é que sejam fiéis.
3Quanto a mim, pouco me importa ser julgado por vós ou em juízo humano, pois nem sequer me julgo a mim próprio.
4Com efeito, de nada me sinto culpado, mas, nem por isso me dou por justificado; o Senhor é quem me julga.
5Pelo que não julgueis antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não só porá às claras o que se acha escondido nas trevas, mas ainda descobrirá os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá de Deus o louvor (que lhe é devido).
1De Davide. Não te irrites por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniquidade,
2pois como feno depressa cairão, e, como a erva verde, logo murcharão.
3Espera no Senhor, e pratica o bem, para que habites a terra, e gozes de segurança.
4Põe as tuas delícias no Senhor, e te concederá o que o teu coração deseja.
5Encomenda ao Senhor o teu caminho, espera nele, e ele agirá.
6E fará brilhar como lume a tua justiça, e o teu direito como o (sol do) meio-dia.
7Descansa no Senhor, e espera nele. Não te exasperes por causa do que prospera no seu caminho, por causa do homem que maquina males.
8Guarda-te da ira, e deixa o furor; Não te exasperes: isso só seria para mal.
9Com efeito, os que cometem o mal serão exterminados, mas os que esperam no Senhor, esses possuirão a terra.
10Ainda um pouco, e não mais existirá o ímpio; se buscares o seu lugar, não o acharás.
11Mas os mansos possuirão a terra, e deleitar-se-ão na abundância da paz.
12O ímpio maquina males contra o justo e range os dentes contra ele.
13O Senhor zomba dele, porque vê que há-de chegar o seu dia.
14Os ímpios desembainham a espada e retesam o seu arco, para abaterem o desgraçado e o pobre, para trucidarem os que seguem caminho recto.
15A sua espada traspassarão seu próprio coração, e serão quebrados os seus arcos. Mais vale o pouco ao justo, que as muitas riquezas aos ímpios,
16Mais vale o pouco que tem o justo do que a abundância dos ímpios.
17porque os braços dos pecadores serão quebrados, aos justos, porém, sustenta-os o Senhor,
18O Senhor cuida da vida dos bons, e a herança deles será eterna.
19Não serão confundidos no tempo do infortúnio, e serão fartos nos dias de fome.
20Os ímpios, ao contrário, perecerão, os inimigos do Senhor murcharão como o adorno dos prados, dissipar-se-ão como o fumo.
21O pecador pede emprestado e não paga; o justo, porém, é compassivo e dá (ao necessitado).
22Em realidade, os que (o Senhor) abençoar, possuirão a terra, e os que amaldiçoar, serão exterminados.
23Os passos do homem (justo) são firmados pelo Senhor, e é-lhe grato o seu caminho.
24Ainda que caia, não ficará prostrado, porque o Senhor o toma pela mão.
25Fui menino e já sou velho, e nunca vi o justo desamparado, nem a sua descendência mendigando pão.
26Sempre compassivo e empresta, e a sua descendência será abençoada.
27Desvia-te do mal e faz o bem a fim de que permaneças para sempre.
28O Senhor ama a justiça e não desampara os seus santos; os perversos serão exterminados, e a sua descendência eliminada.
29Os justos possuirão a terra, e habitarão sobre ela para sempre.
30A boca dos justos anuncia a sabedoria, a sua língua proclama o direito.
31A lei do seu Deus está no seu coração, e não vacilam os seus passos (no caminho do Senhor).
32O pecador observa o justo, e procura como há-de dar-lhe a morte.
33Mas o Senhor não o abandonará nas suas mãos, nem o condenará, quando for julgado.
34Confia no Senhor e guarda o seu caminho, e ele te exaltará para que possuas a terra; verás com satisfação o extermínio dos ímpios.
35Vi o ímpio arrogante, dilatando-se como cedro frondoso.
36Passei (dai a pouco), e já não existia; busquei-o, e não foi encontrado.
37Observa o honesto, considera o justo: pois há posteridade para o homem pacífico.
38Os pecadores porém serão todos aniquilados, a posteridade dos ímpios será eliminada.
39A salvação dos justos vem do Senhor; ele é o seu refúgio no tempo da tribulação.
40O Senhor os ajuda e os livra; livra-os dos ímpios e os protege, porque recorrem a ele.
33Eles disseram-lhe: "Os discípulos de João, e os dos fariseus, jejuam muitas vezes e fazem orações, e os teus comem e bebem..."
34Jesus respondeu-lhes: "Porventura podeis vós fazer jejuar os amigos do esposo, enquanto o esposo está com eles?
35Mas virão dias em que lhes será tirado o esposo; então jejuarão nesses dias."
36Também lhes disse esta comparação: "Ninguém deita um retalho de vestido novo em vestido velho; doutro modo o novo rompe o velho, e o retalho do novo não condiz com o velho.
37Também ninguém deita vinho novo em odres velhos; doutro modo o vinho novo fará rebentar os odres, e derramar-se-á o vinho, e perder-se-ão os odres.
38Mas o vinho novo deve deitar-se em odres novos.
39Ninguém depois de ter bebido vinho velho, quer do novo, porque diz: O velho é melhor."
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.