quarta-feira, 2 de setembro de 2026
Cor litúrgica verde
1Quanto a mim. Irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a pequeninos em Cristo.
2Nutri-vos com leite, não com alimento sólido, porque não podíeis (digeri-lo) e nem ainda agora podeis, porque sois ainda carnais.
3Porquanto, havendo entre vós rivalidades e contendas, não é porque sois carnais e andais segundo o homem?
4Quando um diz: "Eu sou de Paulo!" e outro: "Eu sou de Apolo!" não (se está vendo nisto que) sois homens (carnais)? Que é, pois, Apolo? E que é Paulo?
5Ministros daquele, em quem vós crestes, e segundo o que o Senhor deu a cada um.
6Eu plantei. Apolo regou, mas Deus é que deu o crescimento.
7De modo que não é nada nem o que planta, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento.
8Uma mesma coisa é o que planta e o que rega; cada um receberá a sua recompensa segundo o seu trabalho.
9Efetivamente, somos cooperadores de Deus. Vós sois cultura de Deus, sois edifício de Deus.
1Exultai, ó justos, no Senhor: e aos rectos (do coração) que fica bem o louvá-lo.
2Celebrai o Senhor com a citara, cantai-lhe hinos com o saltério de dez cordas.
3Cantai-lhe um cântico novo, cantai-lhe com entusiasmo ao som das trombetas.
4De facto, a palavra do Senhor é recta, e toda a sua obra é fiel.
5Ele ama a justiça e o direito: a terra está cheia da graça do Senhor.
6Pela palavra do Senhor foram feitos os céus, e pelo sopro da sua boca (formaram-se) todos os seus exércitos.
7Ele junta como num odre as águas do mar; ele põe as ondas como em reservatórios.
8Toda a terra tema o Senhor, e todos os que habitam o universo prestem-lhe reverência.
9Ele disse, e (tudo) foi feito; mandou, e (tudo) existiu.
10O Senhor dissipa os projectos das nações, e frustra os intentos dos povos.
11O desígnio do Senhor permanece eternamente: os pensamentos do seu coração (subsistem) de geração em geração.
12Bem-aventurada a nação que tem o Senhor por seu Deus: o povo que ele escolheu para sua herança.
13O Senhor olha dos céus: vê todos os filhos dos homens.
14Do lugar da sua morada observa todos os que habitam a terra
15ele que formou o coração de todos eles, ele está atento a todas as suas obras.
16Não é por seu poderoso exército que o rei vence, nem se salva o guerreiro pela sua grande força.
17Falaz é o cavalo para a vitória, e na sua grande força não salva.
18Eis os olhos do Senhor postos sobre os que o temem: sobre aqueles que esperam a sua graça,
19para livrar da morte as suas almas, e para os sustentar no tempo da fome.
20A nossa alma espera o Senhor: ele é nosso amparo e nosso escudo.
21Nele pois se alegra o nosso coração, e no seu santo nome confiamos.
22Exerça-se, Senhor, sobre nós a tua misericórdia, segundo esperamos em ti.
38Saindo Jesus da sinagoga, entrou em casa de Simão. Ora a sogra de Simão estava com febre muito alta. Pediram-lhe por ela.
39Ele, inclinando-se para ela, ordenou à febre, e a febre deixou-a. Ela, levantando-se logo, servia-os.
40Quando foi sol-posto, todos os que tinham enfermos de diversas moléstias, traziam-lhos. E ele, impondo as mãos sobre cada um, sarava-os.
41De muitos saíam os demônios, gritando: "Tu és o Filho de Deus." Mas ele repreendia-os severamente e impunha-lhes silêncio, porque sabiam que ele era o Cristo.
42Quando se fez dia, tendo saído, foi para um lugar deserto. As multidões puseram-se a procurá-lo, e, tendo-o encontrado, detinham-no, para que se não afastasse deles.
43Mas ele disse-lhes: "É necessário que eu anuncie também às outras cidades a boa nova do reino de Deus, pois para isso é que fui enviado."
44E andava pregando nas sinagogas da Judeia.
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.