sábado, 29 de agosto de 2026
Cor litúrgica vermelha
17Tu, pois, cinge os teus rins levanta-te e dize-lhes tudo o que eu te mandar. Não temas diante deles, porque senão farei que temas a sua presença.
18Efetivamente, estabeleço-te hoje como uma cidade fortificada, como uma coluna de ferro, como um muro de bronze diante de toda esta terra, dos reis de Judá, dos seus príncipes, dos seus sacerdotes e do seu povo.
19Pelejarão contra ti, mas não prevalecerão, porque eu sou contigo, para te livrar, diz o Senhor.
1A ti, Senhor, me acolho: não permitas que eu seja para sempre confundido
2segundo a tua justiça, põe-me a salvo e livra-me; inclina para mim o teu ouvido e salva-me.
3Sê para mim rochedo de refúgio, cidadela fortificada, para me salvares: em verdade, tu és o meu rochedo e a minha cidadela.
4Deus meu, livra-me da mão do iníquio, do punho do malvado e do opressor:
5Com efeito, tu és a minha esperança, ó meu Deus, Senhor, (tu és a) minha esperança desde a minha mocidade.
6Em ti me firmei desde o meu nascimento, tu és o meu protector desde o ventre de minha mãe: em ti esperei sempre.
7Fui considerado por muitos como um prodígio; tu, foste, realmente, o meu poderoso protector.
8A minha boca estava cheia do teu louvor, da tua glória todo o dia.
9Não me desampares no tempo da velhice; quando faltarem as minhas forças, não me abandones.
10Porque os meus inimigos falam contra mim, e os que me espiam conspiram contra mim,
11dizendo: "Deus desamparou-o; persegui-o e prendei-o, porque não há quem o livre"
12Ó Deus, não te afastes de mim, Deus meu, acode já em meu socorro.
13Sejam confundidos, pereçam os adversários da minha vida; sejam cobertos de confusão e de vergonha, os que me procuram males.
14Eu porém esperarei sempre (em ti), e cada dia contribuirei mais para teu louvor.
15A minha boca anunciará a tua justiça, todo o dia os teus auxílios: nem sequer conheço a medida deles.
16Hei-de narrar o poder de Deus, Senhor, hei-de proclamar a justiça própria só de ti.
17Ensinaste-me, ó Deus, desde a minha juventude, e eu publico as tuas maravilhas (que tenho experimentado) até agora.
18E também na velhice e na decrepitude, ó Deus, não me desampares, enquanto eu anunciar a força do teu braço a toda esta geração, o teu poder a todas as (gerações) vindouras,
19e a tua justiça, ó Deus, que chega até aos céus, com a qual tão grandes coisas tens operado; ó Deus, quem é semelhante a ti?
20Impuseste-me tribulações numerosas e amargas: far-me-ás reviver, e dos abismos da terra outra vez me tirarás.
21Aumenta o meu prestigio, e consola-me de novo.
22Eu também celebrarei, ao som da harpa, a tua fidelidade, ó Deus, eu te cantarei salmos ao som da citara, ó santo de Israel.
23Ao cantar os teus louvores, regozijar-se-ão os meus lábios e a minha alma, que resgataste.
24Também a minha língua anunciará todo o dia a tua justiça, porque foram confundidos e envergonhados os que procuram fazer mal.
17Porque Herodes tinha mandado prender João, e teve-o em ferros no cárcere por causa de Herodíades, mulher de Filipe, seu irmão, com a qual tinha casado (ilicitamente),
18Porque João dizia a Herodes: "Não te é lícito ter a mulher de teu irmão."
19Herodíades tinha-lhe rancor e queria fazê-lo morrer, porém não podia,
20porque Herodes, sabendo que João era varão justo e santo, olhava-o com respeito, protegia-o, e, quando o ouvia, ficava muito perplexo, porém ouvia-o de boa vontade.
21Chegando um dia oportuno, Herodes, no aniversário do seu nascimento, deu um banquete aos grandes da corte, aos tribunos e aos principais da Galileia.
22Tendo entrado na sala a filha da mesma Herodíades, dançou e agradou a Herodes e aos seus convivas. O rei disse à moça: "Pede-me o que quiseres e eu to darei."
23E jurou-lhe: "Tudo o que me pedires, te darei, ainda que seja metade do meu reino."
24Ela, tendo saído, disse a sua mãe" "Que hei-de eu pedir?" Ela respondeu-lhe: "A cabeça de João Batista."
25Tornando logo a entrar apressadamente junto do rei, fez este pedido: "Quero que imediatamente me dês num prato a cabeça de João Batista."
26O rei entristeceu-se, mas, por causa do juramento e dos convivas, não quis desgostá-la.
27Imediatamente mandou um guarda com ordem de trazer a cabeça de João. Ele foi degolá-lo no cárcere,
28levou a sua cabeça num prato, deu-o à moça, e a moça a deu a sua mãe.
29Tendo ouvido isto os seus discípulos, foram, tomaram o seu corpo, e o depuseram num sepulcro.
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.