domingo, 16 de agosto de 2026
Cor litúrgica branca
3E darei às minhas duas testemunhas o poder de profetizar, revestidos de saco, durante mil duzentos e sessenta dias:
4são as duas oliveiras e os dois candeeiros, postos diante do Senhor da terra.
5Se alguém lhes quer fazer mal, sai fogo da sua boca, que devora os seus inimigos; se alguém os quer prejudicar, é assim que deve morrer.
6Eles têm poder de fechar o céu, para que não chova durante o tempo da sua profecia, e têm poder sobre as águas, para as converter em sangue, e de ferir a terra com todo o gênero de pragas, todas as vezes que quiserem.
10E os habitantes da terra se alegram por causa deles e se felicitam; e mandarão presentes uns aos outros, porque estes dois profetas tinham atormentado os que habitavam sobre a terra.
19Então abriu-se o templo de Deus, o do céu, e apareceu a arca da sua aliança no seu templo. E sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, um terramoto e uma grande saraivada.
1Ao mestre do coro. Segundo a melodia de "Os lírios". Dos filhos de Coré. Maskil. Canção de amor.
2Saiu do meu coração uma palavra sublime: eu dedico ao rei este meu poema; a minha língua é (como) pena de ágil escriva.
3Ultrapassas em formosura os filhos dos homens, a graça derramou-se nos teus lábios: por isso te abençoou Deus para sempre.
4Cinge a tua espada ao teu lado, ó (rei) poderosíssimo, tua gala e teu ornato!
5Avança triunfante em prol da fé e da justiça, e a tua dextra te ensine gloriosas façanhas.
6As tuas setas são agudas, os povos submetem-se a ti, os inimigos do rei perdem o ânimo.
7O teu trono, ó Deus, subsistirá por todos os séculos; o ceptro do teu reino é um ceptro de equidade.
8Amas a justiça e aborreces a iniquidade: por isso te ungiu Deus, o teu Deus, com óleo de alegria, de preferência aos teus companheiros.
9(Perfume de) mirra, de aloés e cássia (exalam) as tuas vestes; dos palácios de marfim o som das cítaras te alegra.
10Filhas de reis saem ao teu encontro, a rainha está à tua dextra, ornada com ouro de Ofir.
11Escuta, ó filha, e vê, inclina o teu ouvido, e esquece-te do teu povo e da casa de teu pai.
12O rei desejará a tua beleza: ele é o teu Senhor, presta-lhe homenagem.
13O povo de Tiro vem com presentes; o teu favor imploram os grandes do povo.
14A filha do rei entra toda formosa; tecidos de ouro são os seus vestidos.
15E apresentada ao rei coberta de recamadas vestes; as virgens que formam o seu séquito, suas companheiras, são-te conduzidas (ó rei).
16São conduzidas com alegria e com regozijo, entram no palácio do rei.
17Aos teus pais sucederão os teus filhos; estabelecê-los-às príncipes sobre toda a terra.
18Recordarei o teu nome por todas as gerações; por isso os povos te louvarão pelos séculos dos séculos.
20Mas Cristo ressuscitou dos mortos, sendo ele as primícias dos que dormem,
21porque, assim como a morte veio por um homem, também por um homem vem a ressurreição dos mortos.
22Assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo.
23Mas, cada um em sua ordem: como primícias. Cristo; depois, os que são de Cristo, que creram na sua vinda.
24Depois será o fim, quando (Cristo) tiver entregado o reino a Deus Pai, quando tiver destruído todo o principado, dominação e poder.
25Porque é necessário que ele reine, até que ponha todos os inimigos debaixo de seus pés (Ps. 109, 1).
26Ora o último inimigo a ser destruído será a morte: porque (Deus) todas as coisas sujeitou debaixo dos pés dele. Mas quando se diz:
27Tudo está submetido, — exceptua-se sem dúvida aquele que lhe submeteu todas as coisas.
39Naqueles dias, levantando-se Maria, foi com pressa às montanhas, a uma cidade de Judá.
40Entrou em casa de Zacarias, e saudou Isabel.
41Aconteceu que, apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou no seu ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo;
42e exclamou em alta voz: "Bendita és tu entre todas as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre.
43Donde a mim esta dita, que a mãe do meu Senhor venha ter comigo?
44Porque, logo que a voz da tua saudação chegou aos meus ouvidos, o menino saltou de alegria no meu ventre.
45Bem-aventurada a que acreditou, porque se hão-de cumprir as coisas que da parte do Senhor foram ditas."
46Então Maria disse : "A minha alma glorifica o Senhor;
47e o meu espírito exulta em Deus meu Salvador,
48porque lançou os olhos para a baixeza da sua serva. Portanto, eis que, de hoje em diante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada.
49Porque o Todo-poderoso fez em mim grandes coisas, o seu nome é santo.
50E a sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem.
51Manifestou o poder do seu braço, dispersou os homens de coração soberbo.
52Depôs do trono os poderosos, e elevou os humildes.
53Encheu de bens os famintos, e despediu vazios os ricos.
54Tomou cuidado de Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia;
55Conforme tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua posteridade para sempre."
56Maria ficou com Isabel cerca de três meses; depois voltou para sua casa.
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.