domingo, 19 de julho de 2026
Cor litúrgica verde
13Não há outro Deus senão tu, que de todas as coisas tens cuidado, para mostrares que não há injustiça nos teus juízos.
16Porque o teu poder é o princípio da justiça, e, por isso mesmo que és Senhor de tudo, te fazes indulgente com todos.
17Todavia mostras o teu poder, quando te não crêem perfeitamente poderoso, e confundes os que o conhecem e têm audácia (de o desafiar).
18Dominador da tua força julgas com bondade, e governas-nos com multa indulgência pois tens sempre em tua mão usar do poder quando quiseres.
19Ensinaste ao teu povo por meio deste teu proceder, que o justo deve ser humano, e deste a teus filhos a boa esperança de que dás tempo de fazer penitência, depois do pecado.
1Súplica. De Davide. inclina, Senhor, o teu ouvido, ouve-me porque eu sou desvalido e pobre.
2Guarda a minha alma, porque te sou dedicado; salva o teu servo, que espera em ti. Tu és o meu Deus:
3tem misericórdia de mim, porque a ti clamo sem cessar.
4Alegra a alma do teu servo, porque a ti, Senhor, elevo a minha alma.
5Em verdade, Senhor, és bom e clemente, cheio de misericórdia para todos os que te invocam.
6Presta ouvidos, Senhor, à minha oração, atende à voz da minha súplica.
7No dia da minha tribulação clamo a ti, porque me ouvirás.
8Não há semelhante a ti entre os deuses, ó Senhor; nem há obra que á tua obra se compare:
9Todas as nações que fizeste, virão e te adorarão, Senhor, e glorificarão o teu nome.
10Porque tu és grande e operas maravilhas: só tu és Deus.
11Ensina-me, Senhor, o teu caminho, para que eu ande na tua verdade; dirige o meu coração para que tema o teu nome.
12Louvar-te-ei, Senhor Deus meu, com todo o meu coração, glorificarei o teu nome eternamente,
13porque a tua misericórdia foi grande para comigo, e livraste a minha alma do profundo dos infernos.
14Ó Deus, levantaram-se contra mim, homens soberbos, e um tropel de poderosos atenta contra a minha vida, sem que te tenham presente diante dos seus olhos.
15Mas tu és, Senhor, Deus misericordioso e benigno, lento para a ira, cheio de clemência e de fidelidade.
16Põe os olhos em mim, tem piedade de mim, dá o teu poder ao teu servo, e salva o filho da tua escrava.
17Dá-me um sinal do teu favor, para que vejam aqueles que me odeiam, para sua confusão, que tu, Senhor, me tens socorrido e consolado.
26O Espírito ajuda também a nossa fraqueza, porque não sabemos o que havemos de pedir, como convém, mas o mesmo Espírito ora por nós com gemidos inefáveis.
27E o que perscruta os corações, sabe o que deseja o Espírito, porque ele pede segundo (a vontade de) Deus pelos santos.
24Propôs-lhe outra parábola, dizendo: " O reino dos céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo.
25Porém, enquanto os homens dormiam, veio o seu inimigo, e semeou cizânia no meio do trigo, e foi-se.
26Tendo crescido a erva e dado fruto, apareceu então a cizânia.
27Chegando os servos do pai de família, disseram-lhe: Senhor, porventura não semeaste tu boa semente no teu campo? Donde veio pois a cizânia?
28Ele respondeu-lhes: Foi um inimigo que fez isto. Os servos disseram-lhe: Queres que vamos e a arranquemos?
29Ele respondeu-lhes: Não. para que talvez não suceda que, arrancando a cizânia, arranqueis juntamente com ela o trigo.
30Deixai crescer uma e outra coisa até à ceifa, e no tempo da ceifa direi aos segadores: Colhei primeiramente a cizânia, e atai-a em molhos para a queimar; o trigo, porém, recolhei-o no meu celeiro."
31Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e semeou no seu campo.
32É a mais pequena,de todas as sementes, mas, depois de ter crescido, é maior que todas as hortaliças e chega a tornar- se uma árvore, de sorte que as aves do céu vêm aninhar sobre os seus ramos."
33Disse-lhes outra parábola; "O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha, até que o todo fica fermentado."
34Todas estas coisas disse Jesus ao povo em parábolas; e não lhes falava sem parábolas,
35a fim de que se cumprisse o que estava anunciado pelo profeta, que diz; Abrirei em parábolas a minha boca, publicarei as coisas escondidas desde a criação (Ps. 77, 2)."
36Então (Jesus), despedido o povo, foi para casa, e chegaram-se a ele os seus discípulos, dizendo: "Explica-nos a parábola da cizânia no campo."
37Ele respondeu: "O que semeia a boa semente, é o Filho do homem.
38O campo é o mundo. A boa semente são os filhos do reino. A cizânia são os filhos do (espírito) maligno.
39O inimigo que a semeou, é o demônio. O tempo da ceifa é o fim do mundo. Os segadores são os anjos.
40De maneira que, assim como é colhida a cizânia e queimada no fogo, assim acontecerá no fim do mundo.
41O Filho do homem enviará os seus anjos, e tirarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade,
42e lançá-los-ão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes.
43Então resplandecerão os justos como o sol no reino de seu Pai. O que tem ouvidos para ouvir, ouça.
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.