domingo, 12 de julho de 2026
Cor litúrgica verde
10Assim como descem do céu a chuva e a neve, e não voltam mais para lá, sem terem regado a terra, e fecundado, e feito germinar, e dado a semente ao que semeia e pão ao que come,
11o mesmo sucede com a palavra, que sai da minha boca; não torna para mim vazia, mas faz tudo o que eu quero, produz os efeitos para os quais a enviei.
1Ao mestre do coro. Salmo. De Davide. Cântico.
2A ti, ó Deus, é devido um hino em Sião, cumpra-se o voto a ti,
3que ouves as preces. A ti vem todo o mortal,
4por causa das iniquidades. Oprimem-nos os nossos delitos: tu os perdoas.
5Bem-aventurado o que escolhes e tomas para ti: ele habita nos teus átrios. Sejamos saciados dos bens da tua casa, da santidade do teu templo.
6Tu nos ouves com justiça, entre prodígios estupendos, ó Deus, Salvador nosso, esperança de todos os confins da terra, e dos mais longínquos mares,
7que dás firmeza aos montes com a tua força, cingido de poder,
8que aplacas o bramido do mar, o bramido das ondas e o tumulto dos povos:
9e os que habitam os confins da terra temem pelos teus prodígios; enches de gozo os limites do oriente e do ocidente.
10Visitaste a terra e a regaste, encheste-a de grandes riquezas. O rio de Deus está cheio de água; preparaste-lhes o trigo, porque assim preparaste a terra:
11regaste os seus sulcos, desfizeste as suas glebas, amoleceste-a com as chuvas, abençoaste a sua semente.
12Coroaste o ano com a tua bondade e os teus caminhos ressumam fertilidade.
13Ressumam os pastos do deserto, e as colinas cingem-se de alegria.
14Os prados revestem-se de rebanhos, e os vales cobrem-se de trigais: aclamam e cantam.
18Sim, eu tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não têm proporção com a glória vindoura, que se manifestara em nós.
19Pelo que este mundo espera ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus.
20De facto, o mundo foi sujeito à vaidade, não por seu querer, mas pelo daquele que o sujeitou com a esperança
21de que também o mundo será livre de sujeição à corrupção, para participar da liberdade gloriosa dos filhos de Deus.
22Porque sabemos que todas as criaturas gemem e estão como que com dores de parto até agora.
23E não só elas, mas também nós, que temos as primícias do Espírito; também gememos dentro de nós mesmos, esperando a adopção (de filhos de Deus), a redenção do nosso corpo.
1Naquele dia, saindo Jesus de casa, sentou-se à beira do mar.
2E juntou-se em volta dele uma grande multidão de gente, de tal sorte que foi preciso entrar numa barca e sentar-se nela ; e toda a multidão estava em pé sobre a praia.
3E disse-lhes muitas coisas por parábolas: "Eis que um semeador saiu a semear.
4Quando semeava, uma parte da semente caiu ao longo do caminho, e vieram as aves do céu e comeram-na.
5Outra parte caiu em lugar pedregoso, onde não havia muita terra; e logo nasceu, porque não tinha profundidade de terra.
6Mas, saindo o sol, queimou-se; e porque não tinha raiz, secou.
7Outra parte caiu entre os espinhos; e cresceram os espinhos, e a sufocaram.
8Outra parte, enfim, caiu em boa terra, e frutificou; uns grãos deram cem por um, outros sessenta, outros trinta.
9Quem tem ouvidos para ouvir, ouça."
10Chegando-se a ele os discípulos, disseram-lhe: "Por que razão lhes falas por meio de parábolas?"
11Ele respondeu-lhes: "Porque a vós é concedido conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é concedido.
12Porque ao que tem lhe será dado (ainda mais), e terá em abundância, mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.
13Por isso lhes falo em parábolas, porque vendo não vêem, e ouvindo não ouvem nem entendem.
14E cumpre-se neles a profecia de Isaías (Is. 6, 9-10), que diz: Ouvireis com os ouvidos, e não entendereis; olhareis com os vossos olhos, e não vereis.
15Porque o coração deste povo tornou-se insensível, os- seus ouvidos tornaram-se duros, e fecharam os olhos, para não suceder que vejam com os olhos, e ouçam com os ouvidos, e entendam com o coração, e se convertam, e eu os sare.
16Ditosos, porém, os vossos olhos, porque vêem, e os vossos ouvidos, porque ouvem.
17Em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não o viram, ouvir o que ouvis, e não o ouviram.
18Ouvi, pois, vós o que significa a parábola do semeador:
19Todo aquele que ouve a palavra do reino (do Evangelho), e não lhe presta atenção, vem o espírito maligno e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que recebeu a semente ao longo da estrada.
20O que recebeu a semente no lugar pedregoso, é aquele que ouve a palavra, e logo a recebe com gosto;
21porém, não tem em si raiz, é inconstante; e, quando lhe sobrevêm tribulação e perseguição por causa da palavra, logo sucumbe.
22O que recebeu a semente entre espinhos, é aquele que ouve a palavra, porém os cuidados deste século e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutuosa.
23O que recebeu a semente em boa terra, é aquele que ouve a palavra, e a compreende, esse dá fruto, e umas vezes dá cem, outras sessenta, e outras trinta por um."
1Naquele dia, saindo Jesus de casa, sentou-se à beira do mar.
2E juntou-se em volta dele uma grande multidão de gente, de tal sorte que foi preciso entrar numa barca e sentar-se nela ; e toda a multidão estava em pé sobre a praia.
3E disse-lhes muitas coisas por parábolas: "Eis que um semeador saiu a semear.
4Quando semeava, uma parte da semente caiu ao longo do caminho, e vieram as aves do céu e comeram-na.
5Outra parte caiu em lugar pedregoso, onde não havia muita terra; e logo nasceu, porque não tinha profundidade de terra.
6Mas, saindo o sol, queimou-se; e porque não tinha raiz, secou.
7Outra parte caiu entre os espinhos; e cresceram os espinhos, e a sufocaram.
8Outra parte, enfim, caiu em boa terra, e frutificou; uns grãos deram cem por um, outros sessenta, outros trinta.
9Quem tem ouvidos para ouvir, ouça."
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.