sábado, 27 de junho de 2026
Cor litúrgica verde
2BET. O Senhor destruiu, sem piedade, todas as moradas de Jacob: destruiu no seu furor as fortificações da filha de Judá, lançou-as por terra; rebaixou o reino e os seus príncipes.
10JOD. Sentaram-se em terra, em silêncio, os velhos da filha de Sião; cobriram as suas cabeças de cinza, cingiram-se de cilícios. Inclinaram as suas cabeças até à terra, as virgens de Jerusalém.
11CAF. Os meus olhos enfraqueceram de tanto chorar, as minhas entranhas turbaram-se, o meu fígado derramou-se por terra vendo a ruína da filha do meu povo, quando caíam mortos os meninos e as crianças de peito nas praças da cidade.
12LAMED. Eles diziam a suas mães: Onde está o trigo e o vinho? - quando, como feridos, iam desfalecendo nas praças da cidade, quando entregavam as suas almas no regaço de suas mães.
13MEM. A quem te compararei, a quem te assemelharei, é filha de Jerusalém? Quem acharei igual a ti, para te consolar, ó virgem, filha de Sião? É grande como o mar a tua ruína: quem poderá curar-te?
14NUM. Os teus profetas anunciaram, a teu respeito, visões vãs e insensatas, e não te manifestaram a tua iniquidade, para te evitarem o cativeiro, mas anunciaram-te visões de engano e de mentira.
18SADE. O seu coração clama ao Senhor! Ó muralha da filha de Sião, faze correr uma como torrente de lágrimas de dia e de noite; não te dês descanso algum. não repouse a pupila dos teus olhos.
19COF. Levanta-te, ergue clamores de noite, no princípio das vigílias; derrama o teu coração como água diante do Senhor; levanta as tuas mãos para ele, (chorando) pela vida dos teus filhinhos, que desfalecem de fome a todos os cantos das ruas.
1Maskil. Do Asaf, Por que razão, ó Deus, nos desamparaste para sempre? (Por que razão) se acende a tua ira contra as ovelhas do teu pasto?
2Lembra-te da tua família, que fundaste desde a antiguidade, da tribo que para propriedade tua resgataste, do monte de Sião, em que estabeleceste a tua morada.
3Dirige os teus passos para essas ruínas irreparáveis: o inimigo tudo devastou no santuário.
4Rugiram os teus adversários no lugar da tua assembleia, arvoraram os seus estandartes como troféu.
5Pareciam-se cora os que no bosque vibram o machado,
6e com o machado e o martelo igualmente despedaçam as suas portas.
7Puseram fogo ao teu santuário; na terra profanaram o tabernáculo do teu nome.
8Disseram no seu coração: "Destruámo-los todos juntamente; incendiai todos os santuários de Deus na terra."
9Já não vemos os nossos prodígios, já não há um profeta (que nos guie); nem há entre nós quem saiba até quando.
10Até quando, ó Deus, nos insultará o inimigo? O adversário há-de blasfemar sempre o teu nome?
11Por que retraia a tua mão? Por que reténs a tua direita no teu seio?
12Deus, todavia, é meu rei desde outrora, ele que opera a salvação no meio da terra.
13Tu com o teu poder abriste o mar (Vermelho), pisaste as cabeças dos dragões nas águas.
14Tu quebraste as cabeças do Leviatã, deste-lo por comida aos monstros marinhos.
15Tu fizeste brotar fontes e torrentes; tu secaste os rios caudalosos.
16Teu é o dia, e tua é a noite; tu fixaste a lua e o sol.
17Tu estabeleceste todos os limites da terra, o estio e o inverno, tu os formaste.
18Lembra-te disto: o inimigo ultrajou-te. Senhor, e um povo insensato blasfemou do teu nome.
19Não abandones ao abutre a vida da tua rola, e não esqueças para sempre as vidas dos teus pobres.
20Olha para a tua aliança, porque todos os esconderijos do país e os campos estão cheios de violência.
21Não se volte confundido o humilde: o pobre e o desvalido louvam o teu nome.
22Levanta-te, ó Deus, defende a tua causa; lembra-te do ultraje que o néscio te dirige continuamente.
23Não te esqueças dos gritos dos teus adversários: o tumulto dos que se insurgem contra ti aumenta continuamente.
5Tendo entrado em Cafarnaum, aproximou-se dele um centurião, e fez-lhe uma súplica,
6dizendo: "Senhor, o meu servo jaz em casa paralítico, e sofre muito."
7Jesus disse-lhe: "Eu irei e o curarei."
8Mas o centurião, respondeu: "Senhor, eu não sou digno que entres na minha casa; diz, porém, uma só palavra, e o meu servo será curado.
9Pois também eu sou um homem sujeito a outro, tendo soldados às minhas ordens, e digo a um: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faz isto, e ele o faz."
10Jesus, ouvindo estas palavras, admirou-se, e disse para os que o seguiam : "Em verdade vos digo : Não achei fé tão grande em Israel.
11Digo-vos, pois, que virão muitos do Oriente e do Ocidente, e se sentarão com Abraão, Isaac e Jacob no reino dos céus,
12enquanto que os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores, onde haverá pranto e ranger de dentes."
13Então disse Jesus ao centurião: "Vai, seja-te feito conforme creste." E naquela mesma hora ficou curado o servo.
14Tendo chegado Jesus a casa de Pedro, viu que a sogra dele estava de cama com febre;
15e tomou-a pela mão, e a febre a deixou, e ela levantou-se e pôs-se a servi-los.
16Pela tarde apresentaram-se muitos possessos do demônio, e ele com a sua palavra expulsou os espíritos (maus), e curou todos os enfermos;
17cumprindo-se deste modo o que foi anunciado pelo profeta Isaías, quando diz (Is. 53, 4): Ele mesmo tomou as nossas fraquezas, e carregou com as nossas enfermidades.
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.