quinta-feira, 18 de junho de 2026
Cor litúrgica verde
1Surgiu depois o profeta Elias, como um fogo. As suas palavras ardiam como um facho. Fez vir sobre eles a fome. Os que o irritavam pela sua inveja foram reduzidos a um pequeno número, porque não podiam suportar os preceitos do Senhor.
2Fez vir sobre eles a fome e, no seu zelo, reduziu-os a bem poucos.
3Com a palavra do Senhor fechou o céu, e fez cair fogo do mesmo céu por três vezes.
4Quão glorioso te tornaste, Elias, pelos teus prodígios! Quem pode gloriar-se de ser como tu?
5Tu que fizeste sair um morto do sepulcro, arrancando-o à morte, em virtude da palavra do Senhor Deus;
6que precipitaste os reis na desgraça, que desfizeste sem trabalho o seu poder, e, no meio da sua glória, os fizeste cair do leito (na sepultura); que ouviste sobre o Sinai o juízo do Senhor, e sobre o Horeb os decretos da sua vingança;
7tu, que ouviste censuras no Sinai e decretos de vingança no Horeb;
8que sagraste reis para vingar crimes, e estabeleceste profetas para teus sucessores;
9que foste arrebatado (ao céu) num redemoinho de fogo, num carro tirado por cavalos ardentes;
10tu, que foste designado nos decretos dos tempos para abrandar a ira do Senhor, para reconciliar o coração dos pais com os filhos, e para restabelecer as tribos de Jacob.
11Bem-aventurados os que te viram, e que foram honrados com a tua amizade!
12Quanto a nos, vivemos só durante esta vida, e depois da morte não teremos um nome como o teu.
13Elias foi envolto num redemoinho, mas o seu espírito ficou em Eliseu, o qual não temeu príncipe algum em seus dias, e, em poder, não foi vencido por ninguém.
14Nada houve que o pudesse dominar, e, ainda depois de morto, o seu corpo profetizou.
15Em sua vida fez prodígios, e na morte operou maravilhas.
1O Senhor reina: regozije-se a terra, alegrem-se as numerosas ilhas.
2Nuvens e escuridão estão ao redor dele, a justiça e o direito são a base do seu trono.
3O fogo avança diante dele, e abrasa ao redor os seus inimigos.
4Os seus relâmpagos iluminam o mundo; a terra vê e treme.
5Os montes fundem-se como cera diante do Senhor, diante do dominador de toda terra,
6Os céus proclamam a sua justiça, e todos os povos vêem a sua glória.
7Confundidos sejam todos os que adoram está tuas, e os que se gloriam nos ídolos; perante ele se prostram todos os deuses.
8Sião ouve e alegra-se, e as cidades de Judá regozijam-se, por causa dos teus juízos, Senhor.
9Com efeito, Senhor, és excelso sobre toda a terra, sumamente elevado acima de todos os deuses.
10O Senhor ama os que odeiam o mal, guarda as almas dos seus santos, livra-os da mão dos ímpios.
11Nasce a luz para os justos, e a alegria para os rectos de coração.
12Alegrai-vos, justos, no Senhor, e celebrai o seu santo nome.
7Nas vossas orações não useis muitas palavras como os gentios, os quais julgam que serão ouvidos à força de palavras.
8Não os imiteis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós lho peçais.
9Vós pois orai assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome.
10Venha o teu reino. Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.
11O pão nosso de cada dia nos dá hoje.
12Perdoa-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos aos que nos têm ofendido.
13E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal.
14Porque, se vós perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará.
15Mas, se não perdoardes aos homens, tão pouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas.
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.