quinta-feira, 4 de junho de 2026
Cor litúrgica branca
2Recordar-te-ás de todo o caminho por onde o Senhor teu Deus te conduziu pelo deserto durante quarenta anos, para te castigar, para te provar, e para que tornasse manifesto o que estava dentro do teu coração se guardarás ou não os seus mandamentos.
3Afligiu-te com a fome, deu-te por sustento o maná, que tu desconhecias e teus pais, para te mostrar que o homem não vive só do pão, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
14o teu coração se eleve, e te não lembres do Senhor teu Deus, que te tirou da terra do Egipto, da casa da servidão,
15e que foi o teu guia no grande e terrível deserto, onde havia serpentes ardentes e escorpiões, e uma falta completa de água; que fez sair arroios da pedra duríssima.
16e que te alimentou no deserto com o maná, que teus pais não conheceram: que, depois de te ter afligido e provado, por fim teve compaixão de ti,
1Aleluia. Louvai o Senhor, porque é bom, cantai salmos ao nosso Deus, porque é suave: ele é digno de louvor.
2O Senhor edifica Jerusalém, congrega os dispersos de Israel;
3ele sara os atribulados de coração, e liga as suas chagas.
4Fixa o número das estrelas, chama cada uma pelo seu nome.
5Grande é o nosso Senhor, e forte o seu poder, a sua sabedoria não tem limites.
6O Senhor eleva os humildes, abate os ímpios até à terra.
7Cantai ao Senhor um cântico de acção de graças, cantai salmos ao som da cítara ao nosso Deus,
8que cobre o céu de nuvens, que prepara (assim) chuva para a terra; que produz erva nos montes, e verduras para uso dos homens;
9que dá o seu alimento próprio aos animais e aos filhinhos dos corvos, que clamam a ele.
10Não se deleita com a força do cavalo, nem se compraz nos pés do homem.
11Agradam ao Senhor os que o temem, os que confiam na sua bondade.
12Louva, ó Jerusalém, ao Senhor, louva, ó Sião, ao teu Deus,
13porque reforçou os ferrolhos das tuas portas, abençoou os teus filhos (que habitam) dentro de ti;
14pôs em paz as tuas fronteiras, da flor da farinha te sacia.
15É ele que envia as suas ordens à terra, a sua palavra corre velozmente.
16É ele que faz cair a neve como lã, que espalha a geada como cinza.
17Atira o seu gelo como pedaços de pão; ante o seu frio congelam as águas.
18Envia a sua palavra, e (logo) as derrete; faz soprar o seu vento, e (logo) as águas correm.
19É ele que anunciou a sua palavra a Jacob, os seus estatutos e os seus preceitos a Israel.
20Não fez assim a qualquer outra nação: não lhes manifestou os seus preceitos. Aleluia.
16Porventura o cálice de bênção, que benzemos, não é a comunhão do sangue de Cristo? E o pão, que partimos, não é a participação do corpo do Senhor?
17Visto que há um só pão, nós, embora muitos, formamos um só corpo, nós todos que participamos do mesmo pão.
51Eu sou o pão vivo, descido do céu. Quem comer deste pão, viverá eternamente; e o pão que eu darei, é a minha carne (que será sacrificada) para a salvação do mundo."
52Disputavam, então, entre si os Judeus: "Como pode este dar-nos a comer a sua carne?"
53Jesus disse-lhes: "Em verdade, em verdade, vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós.
54O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.
55Porque a minha carne é verdadeiramente comida, e o meu sangue verdadeiramente bebida.
56O que come a minha carne e bebe o meu sangue, permanece em mim e eu nele.
57Assim como me enviou o Pai que vive, e eu vivo pelo Pai, assim o que me comer a mim, esse mesmo também viverá por mim
58Este é o pão que desceu do céu. Não é como o pão que comeram os vossos pais, que morreram. O que come deste pão viverá eternamente."
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.