sexta-feira, 24 de abril de 2026
Cor litúrgica branca
1Entretanto Saulo, respirando ainda ameaças e morte contra os discípulos do Senhor, apresentou-se ao sumo sacerdote
2e pediu-lhe cartas para as sinagogas de Damasco, com o fim de levar presos a Jerusalém quantos adeptos deste caminho (doutrina) encontrasse, homens e mulheres.
3Prosseguindo ele a sua jornada, aconteceu que, ao aproximar-se de Damasco, subitamente o cercou uma luz fulgurante vinda do céu.
4Caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: "Saulo, Saulo, por que me persegues?"
5Ele disse: "Quem és tu, Senhor?" Ele (respondeu); "Eu sou Jesus, a quem tu persegues,
6Levanta-te, entra na cidade, e ai te será dito o que deves fazer."
7Aqueles que o acompanhavam, estavam estupefactos, ouvindo a voz, mas não vendo ninguém.
8Saulo levantou-se da terra e, tendo os olhos abertos, não via nada. Eles, porém, levando-o pela mão, o conduziram a Damasco.
9Esteve ali três dias sem ver, sem comer nem beber.
10Ora em Damasco havia um discípulo chamado Ananias. O Senhor, numa visão, disse-lhe: "Ananias!" Ele respondeu: "Eis-me aqui, Senhor."
11O Senhor disse-lhe: "Levanta-te, vai à rua chamada Direita, e busca em casa de Judas um (homem) de Tarso, chamado Saulo, porque ei-lo que está orando."
12(Neste mesmo tempo Saulo, em uma visão) viu um homem, chamado Ananias, que entrava e lhe impunha as mãos para recobrar a vista.
13Ananias respondeu: "Senhor, tenho ouvido dizer a muitos quantos males este homem fez aos teus santos em Jerusalém:
14e aqui ele tem poder dos príncipes dos sacerdotes para prender todos os que invocam o teu nome."
15Mas o Senhor disse-lhe: "Vai, porque este é um instrumento escolhido por mim para levar o meu nome diante das gentes, dos reis e dos filhos de Israel.
16Mostrar-lhe-ei quanto deve sofrer pelo meu nome."
17Foi Ananias e entrou na casa, e, impondo-lhe as mãos, disse: "Irmão Saulo, o Senhor Jesus, que te apareceu no caminho por onde vinhas, enviou-me para que recuperes a vista e fiques cheio do Espírito Santo."
18Imediatamente, lhe caíram dos olhos umas como escamas, recuperou a vista, levantou-se e foi baptizado.
19Depois que tomou alimento, recuperou as forças. Esteve alguns dias com os discípulos que se encontravam em Damasco.
20Imediatamente, começou a pregar nas sinagogas que Jesus era o Filho de Deus.
1Aleluia. Nações, louvai todas o Senhor, ó povos todos glorificai-o,
2porque sobre nós foi confirmada a sua misericórdia, e a fidelidade do Senhor permanece eternamente.
52Disputavam, então, entre si os Judeus: "Como pode este dar-nos a comer a sua carne?"
53Jesus disse-lhes: "Em verdade, em verdade, vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós.
54O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.
55Porque a minha carne é verdadeiramente comida, e o meu sangue verdadeiramente bebida.
56O que come a minha carne e bebe o meu sangue, permanece em mim e eu nele.
57Assim como me enviou o Pai que vive, e eu vivo pelo Pai, assim o que me comer a mim, esse mesmo também viverá por mim
58Este é o pão que desceu do céu. Não é como o pão que comeram os vossos pais, que morreram. O que come deste pão viverá eternamente."
59Jesus disse estas coisas, ensinando em Cafarnaum, na Sinagoga
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.