domingo, 12 de abril de 2026
Cor litúrgica branca
42Perseveravam na doutrina dos Apóstolos, nas reuniões comuns, na fracção do pão e nas orações.
43Toda a gente estava com temor, porque eram também realizados pelos Apóstolos muitos prodígios e maravilhas.
44Todos os que criam, estavam unidos e punham tudo em comum.
45Vendiam as suas propriedades e os seus bens, e distribuíam o preço por todos, segundo as necessidades de cada um.
46Todos os dias frequentavam em perfeita harmonia o templo, e, partindo o pão pelas casas, tomavam a comida com alegria e simplicidade de coração,
47louvando a Deus e sendo bem vistos por todo o povo. O Senhor aumentava cada dia mais o número dos que estavam no caminho da salvação.
1Aleluia. Dai graças ao Senhor, porque é bom, porque a sua misericórdia é eterna.
2Diga a casa de Israel: "A sua misericórdia é eterna."
3Diga a casa de Aarão: "A sua misericórdia é eterna."
4Digam os que temem o Senhor: "A sua misericórdia é eterna."
5No meio da tribulação invoquei o Senhor, o Senhor ouviu-me e livrou-me (do perigo).
6O Senhor está comigo: não temo; que pode fazer-me o homem?
7O Senhor, o meu auxílio, está comigo, e confundidos verei os meus inimigos.
8É melhor buscar refúgio no Senhor, que esperar no homem.
9É melhor buscar refúgio no Senhor, que confiar nos príncipes.
10Todas as gentes me cercaram, mas eu esmaguei-as em nome do Senhor.
11Cercaram-me por todos os lados, mas eu esmaguei-as em nome do Senhor.
12Cercaram-me como abelhas; abrasaram-me como o fogo abrasa os espinheiros, mas eu esmaguei-as em nome do Senhor.
13Fui empurrado violentamente, para cair, mas o Senhor susteve-me.
14O Senhor é a minha força, a minha fortaleza; tornou-se o meu salvador.
15Grito de júbilo e de salvação, (ouve-se) nas tendas dos justos: A dextra do Senhor actuou com firmeza,
16a dextra do Senhor levantou-me, a dextra do Senhor actuou com firmeza.
17Não morrerei, mas viverei, e narrarei as obras do Senhor.
18Castigou-me, castigou-me o Senhor, mas não me entregou à morte.
19Abri-me (ó sacerdotes) as portas (do templo) da justiça; depois de entrar por elas, darei graças ao Senhor.
20Esta é a porta do Senhor, os justos entrarão por ela.
21Dar-te-ei graças (Senhor), porque me ouviste e te tornaste o meu salvador.
22A pedra que os edificadores rejeitaram, esta foi posta por pedra angular.
23Foi o Senhor que fez isto, e é uma coisa admirável aos nossos olhos.
24Este é o dia que fez o Senhor; regozijemo-nos e alegremo-nos nele.
25Ó Senhor, salva; ó Senhor, dá prosperidade!
26Bendito o que vem em nome do Senhor; nós vos bendizemos da casa do Senhor.
27O Senhor é Deus, e faz brilhar sobre nós a sua luz. Ordenai o cortejo com frondosos ramos, até aos ângulos do altar.
28Tu és o meu Deus, e eu te dou graças; ó meu Deus, eu te exalto com louvores.
29Dai graças ao Senhor, porque é bom, porque a sua misericórdia é eterna.
3Bendito seja Deus, o Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos regenerou para uma esperança viva, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos,
4para uma herança incorruptível, que não pode contaminar-se, nem murchar, reservada nos céus para vós,
5a quem o poder de Deus guarda pela fé para a salvação, que está preparada para se manifestar no último tempo.
6Por isso exultais, embora presentemente convenha que sejais afligidos por um pouco de tempo com várias provações,
7a fim de que a prova da vossa fé, muito mais preciosa que o ouro, o qual, embora perecível, se prova com o fogo, se ache digna de louvor, de glória e de honra, quando Jesus Cristo se manifestar (como juiz).
8Este Jesus, vós o amais, sem nunca o ter visto, credes nele sem o ver ainda, e exultais com uma alegria inefável e cheia de glória,
9seguros de obter o fim da vossa fé: a salvação das vossas almas.
19Chegada a tarde daquele mesmo dia, que era o primeiro da semana, e estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se achavam juntos, com medo dos Judeus, foi Jesus, pôs-se no meio deles e disse-lhes: "A paz seja convosco!"
20Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se muito ao ver o Senhor.
21Ele disse-lhes novamente: "A paz seja convosco. Assim como o Pai me enviou, também vos envio a vós."
22Tendo proferido estas palavras, soprou sobre eles e disse-lhes: "Recebei o Espírito Santo.
23Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos."
24Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles, quando Jesus veio.
25Os outros discípulos disseram-lhe: "Nós vimos o Senhor." Mas ele respondeu-lhes: "Se não vir nas suas mãos a abertura dos cravos, se não meter o meu dedo no lugar dos cravos e não meter a minha mão no seu lado, não crerei."
26Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa, e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, pôs-se no meio deles e disse: "A paz seja convosco."
27Em seguida disse a Tomé: "Mete aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos, aproxima também a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas fiel."
28Tomé respondeu-lhe: "Meu Senhor e meu Deus!"
29Jesus disse-lhe: "Tu creste, Tomé, porque me viste; bem-aventurados os que crerem sem ter visto."
30Outros muitos prodígios fez ainda Jesus na presença de seus discípulos, que não foram escritos neste livro.
31Estes, porém, foram escritos a fim de que acrediteis que Jesus é o Cristo, Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.