domingo, 1 de março de 2026
Cor litúrgica roxa
1Ora o Senhor disse a Abrão: saí da tua terra, da tua parentela, da casa de teu pai, e vem para a terra que eu te mostrar.
2Farei (sair) de ti um grande povo, e te abençoarei, engrandecerei o teu nome e serás bendito.
3Abençoarei os que te abençoarem, amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as nações da terra.
4Partiu, pois, Abrão, como o Senhor lhe tinha ordenado, e foi com ele Loth. Tinha Abrão setenta e cinco anos, quando saiu de Haran
1Exultai, ó justos, no Senhor: e aos rectos (do coração) que fica bem o louvá-lo.
2Celebrai o Senhor com a citara, cantai-lhe hinos com o saltério de dez cordas.
3Cantai-lhe um cântico novo, cantai-lhe com entusiasmo ao som das trombetas.
4De facto, a palavra do Senhor é recta, e toda a sua obra é fiel.
5Ele ama a justiça e o direito: a terra está cheia da graça do Senhor.
6Pela palavra do Senhor foram feitos os céus, e pelo sopro da sua boca (formaram-se) todos os seus exércitos.
7Ele junta como num odre as águas do mar; ele põe as ondas como em reservatórios.
8Toda a terra tema o Senhor, e todos os que habitam o universo prestem-lhe reverência.
9Ele disse, e (tudo) foi feito; mandou, e (tudo) existiu.
10O Senhor dissipa os projectos das nações, e frustra os intentos dos povos.
11O desígnio do Senhor permanece eternamente: os pensamentos do seu coração (subsistem) de geração em geração.
12Bem-aventurada a nação que tem o Senhor por seu Deus: o povo que ele escolheu para sua herança.
13O Senhor olha dos céus: vê todos os filhos dos homens.
14Do lugar da sua morada observa todos os que habitam a terra
15ele que formou o coração de todos eles, ele está atento a todas as suas obras.
16Não é por seu poderoso exército que o rei vence, nem se salva o guerreiro pela sua grande força.
17Falaz é o cavalo para a vitória, e na sua grande força não salva.
18Eis os olhos do Senhor postos sobre os que o temem: sobre aqueles que esperam a sua graça,
19para livrar da morte as suas almas, e para os sustentar no tempo da fome.
20A nossa alma espera o Senhor: ele é nosso amparo e nosso escudo.
21Nele pois se alegra o nosso coração, e no seu santo nome confiamos.
22Exerça-se, Senhor, sobre nós a tua misericórdia, segundo esperamos em ti.
8Portanto, não te envergonhes do testemunho de Nosso Senhor, nem de mim, seu prisioneiro, mas participa comigo dos trabalhos do Evangelho, segundo a virtude de Deus,
9que nos salvou e chamou com uma santa vocação, não pelas nossas obras, mas segundo o seu (mero) beneplácito e a graça que nos foi dada em Jesus Cristo, antes de todos os séculos,
10e que agora foi manifestada pela aparição de nosso Salvador Jesus Cristo, o qual destruía a morte e fez brilhar a vida (eterna) e a imortalidade, por meio do Evangelho,
1Seis dias depois, tomou Jesus consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e levou-os aparte a um alto monte,
2e transfigurou-se diante deles. O seu rosto ficou refulgente como o sol, e as suas vestiduras tornaram-se luminosas de brancas que estavam.
3Eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.
4Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: "Senhor, bom é nós estarmos aqui; se queres, farei aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés, e um para Elias."
5Estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem resplandecente os envolveu; e saiu da nuvem uma voz que dizia: 'Este é o meu Filho dilecto em quem pus toda a minha complacência; ouvi-o."
6Ouvindo isto, os discípulos caíram de bruços, e tiveram grande medo.
7Porém, Jesus, aproximou-se deles, tocou-os e disse-Ihes: "Levantai-vos, não temais."
8Eles, então, levantando os olhos, não viram ninguém, excepto só Jesus.
9Quando desciam do monte, Jesus fez-lhes a seguinte proibição: "Não digais a ninguém o que vistes, até que o Filho do homem ressuscite dos mortos."
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.