sábado, 21 de fevereiro de 2026
Cor litúrgica roxa
9Então invocarás o Senhor, e ele te atenderá; clamarás, e ele te dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti a cadeia (com que oprimes o próximo) e deixares o gesto ameaçador e o falar ofensivo;
10se deres pão ao faminto e saciares a alma aflita, nascerá nas trevas a tua luz, e as tuas trevas tornar-se-ão como o meio-dia.
11O Senhor te guiará perpetuamente, saciará a tua alma no deserto, dará vigor aos teus ossos, e serás como um jardim bem regado, como uma fonte cujas águas nunca faltarão.
12Os teus descendentes repararão as ruínas antigas, tu levantarás os fundamentos das gerações antigas, e serás chamado reparador de brechas e restaurador das casas em ruínas.
13Se não pisares aos pés o sábado, se não tratares dos teus negócios no meu santo dia, se chamares ao sábado as tuas delícias, venerável o dia santo do Senhor, se o solenizares, não seguindo os teus caminhos, não tratando dos teus negócios e não dizendo palavras (vãs),
14então te deleitarás no Senhor, e eu te elevarei às alturas da terra, far-te-ei gozar da herança de Jacob, teu pai. A boca do Senhor falou.
1Súplica. De Davide. inclina, Senhor, o teu ouvido, ouve-me porque eu sou desvalido e pobre.
2Guarda a minha alma, porque te sou dedicado; salva o teu servo, que espera em ti. Tu és o meu Deus:
3tem misericórdia de mim, porque a ti clamo sem cessar.
4Alegra a alma do teu servo, porque a ti, Senhor, elevo a minha alma.
5Em verdade, Senhor, és bom e clemente, cheio de misericórdia para todos os que te invocam.
6Presta ouvidos, Senhor, à minha oração, atende à voz da minha súplica.
7No dia da minha tribulação clamo a ti, porque me ouvirás.
8Não há semelhante a ti entre os deuses, ó Senhor; nem há obra que á tua obra se compare:
9Todas as nações que fizeste, virão e te adorarão, Senhor, e glorificarão o teu nome.
10Porque tu és grande e operas maravilhas: só tu és Deus.
11Ensina-me, Senhor, o teu caminho, para que eu ande na tua verdade; dirige o meu coração para que tema o teu nome.
12Louvar-te-ei, Senhor Deus meu, com todo o meu coração, glorificarei o teu nome eternamente,
13porque a tua misericórdia foi grande para comigo, e livraste a minha alma do profundo dos infernos.
14Ó Deus, levantaram-se contra mim, homens soberbos, e um tropel de poderosos atenta contra a minha vida, sem que te tenham presente diante dos seus olhos.
15Mas tu és, Senhor, Deus misericordioso e benigno, lento para a ira, cheio de clemência e de fidelidade.
16Põe os olhos em mim, tem piedade de mim, dá o teu poder ao teu servo, e salva o filho da tua escrava.
17Dá-me um sinal do teu favor, para que vejam aqueles que me odeiam, para sua confusão, que tu, Senhor, me tens socorrido e consolado.
27Depois disto, Jesus saiu, e viu sentado ao telónio um publicano, chamado Levi, e disse-lhe: "Segue-me."
28Ele, deixando tudo, levantou-se, e o seguiu.
29E Levi ofereceu-lhe um grande banquete em sua casa, onde concorreu grande número de publicanos e doutros, que estavam à mesa com eles.
30Os fariseus e os seus escribas murmuravam, dizendo aos discípulos de Jesus: "Porque comeis e bebeis vós com os publicanos e com os pecadores?
31Jesus respondeu-lhes: "Os sãos não têm necessidade de médico, mas sim os enfermos.
32Não vim chamar os justos, mas os pecadores à penitência."
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.