terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
Cor litúrgica verde
12Bem-aventurado o homem que sofre (com paciência) a provação, porque, depois que tiver sido provado, receberá a coroa da vida, que Deus prometeu aos que o amam.
13Ninguém, quando é tentado, diga que é tentado por Deus, porque Deus não é tentador de coisas más; não tenta ninguém.
14Cada um é tentado pela sua própria concupiscência, que o atrai e alicia;
15depois a concupiscência, quando conceber, dá à luz o pecado; o pecado, quando tiver sido consumado, gera a morte.
16Não queirais, pois, enganar-vos, irmãos meus muito amados.
17Toda a dádiva excelente, todo o dom perfeito vem do alto e desce do Pai das luzes, no qual não há mudança, nem sombra de vicissitude.
18Por sua vontade nos gerou pela palavra da verdade, a fim de que sejamos como que as primícias das suas criaturas.
1Ó Deus das vinganças, ó Senhor, ó Deus das vinganças, mostra o teu esplendor.
2Levanta-te (ó Deus), que julgas a terra; dá aos soberbos o que merecem.
3Até quando é que os ímpios, Senhor, até quando é que os ímpios se hão-de gloriar?
4(Até quando) proferirão necedades, falarão com arrogância, se jactarão os que praticam, a iniquidade?
5Calçam, Senhor, o teu povo, e oprimem a tua herança;
6trucidam a viúva e o peregrino, tiram a vida aos órfãos.
7E dizem; "Não o vê o Senhor, nem o nota o Deus de Jacob."
8Reflecti, insensatos do povo, e vós, néscios, quando sereis atilados?
9Porventura aquele (Senhor) que plantou o ouvido, não ouvirá? Ou o que formou os olhos, não verá?
10O que educa as gentes, não castigará? — ele que ensina ao homem a ciência...
11O Senhor conhece os pensamentos dos homens, (ele sabe) que são vãos.
12Bem-aventurado o homem a quem tu educas, Senhor, e instruis na tua lei,
13para lhe dar descanso a seguir aos dias infaustos, até que se abra a cova para o ímpio.
14Com efeito o Senhor não rejeitará o seu povo, nem abandonará a sua herança;
15antes o julgamento voltará à justiça, e segui-la-ão todos os rectos de coração.
16Quem se levantará por mim contra os malfeitores? Quem estará por mim contra os que praticam a iniquidade?
17Se o Senhor me não socoresse, em breve a minha alma habitaria na região do silêncio.
18Quando penso: "O meu pé está vacilante", a tua graça, Senhor, me sustenta.
19Quando se multiplicam as angústias no meu coração, as tuas consolações deleitam a minha alma.
20Porventura tem alguma coisa de comum contigo o tribunal iníquo, que forja vexames sob pretextos legais?
21Atentem, muito embora, contra a vida do justo, e condenem o sangue do inocente:
22o Senhor há-de ser a minha defesa, e o meu Deus a rocha do meu refúgio.
23Devolver-lhes-á em paga a sua própria iniquidade, com a sua maldade os exterminará, destruí-los-á o Senhor nosso Deus.
14Ora os discípulos esqueceram-se de tomar pães; e não tinham consigo na barca, senão um único.
15Jesus advertia-os, dizendo: "Evitai com cuidado o fermento dos fariseus, e o fermento de Herodes."
16E eles discorriam entre si : "É que nós não temos pão."
17Conhecendo isto Jesus, disse-lhes: "Porque estais vós a discutir que não tendes pão? Ainda não refletiste nem entendestes? Ainda tendes o vosso coração obcecado ?
18Tendo olhos, não vedes, e tendo ouvidos, não ouvis? Já não vos recordais?
19Quando dividi cinco pães por cinco mil homens, quantos cestos levantastes cheios de pedaços?" Eles responderam: "Doze."
20"E quando dividi sete pães entre quatro mil, quantos cestos levantastes de pedaços?" Responderam : "Sete."
21E dizia-lhes: "Como é que não entendeis ainda?"
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.