segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
Cor litúrgica verde
1Então todos os anciães de Israel com os príncipes das tribos e os chefes das famílias dos filhos de Israel, reuniram-se junto do rei Salomão em Jerusalém, para trasladarem a arca da aliança do Senhor da cidade de Davide, isto é, de Sião.
2Todo o Israel se reuniu junto do rei Salomão no dia solene do mês de Etanim, que é o sétimo mês.
3Vieram todos os anciães de Israel, e os sacerdotes tomaram a arca.
4Levaram a arca do Senhor, o tabernáculo da reunião e todos os vasos do santuário, que havia no tabernáculo. Os sacerdotes e Levitas os levavam
5O rei Salomão e todo o povo de Israel, que se tinha reunido junto dele, iam diante da arca, e imolavam ovelhas e bois, sem preço e sem número.
6Os sacerdotes puseram a arca da aliança do Senhor no seu lugar, no santuário do templo, no Santo dos Santos, debaixo das asas dos querubins.
7Os querubins tinham as asas estendidas sobre o lugar da arca, e cobriam por cima a arca e os seus varais.
9Na arca não havia senão as duas tábuas de pedra, que Moisés tinha metido nela em Horeb, quando o Senhor fez aliança com os filhos de Israel, logo que saíram da terra do Egipto.
10Aconteceu que, quando os sacerdotes saíram do santuário, uma névoa encheu a casa do Senhor,
11e os sacerdotes não podiam ter-se em pé nem fazer as funções do seu ministério, por causa da névoa, porque a glória do Senhor tinha enchido a casa do Senhor.
12Então disse Salomão: O Senhor declarou que habitaria na obscuridade.
13Eu edifiquei (ó Deus) esta casa para tua morada, para teu trono firmíssimo para sempre.
1Cântico das subidas. Lembra-te, Senhor, em favor de Davide, de toda a sua solicitude:
2(lembra-te) como fez este juramento ao Senhor, esta promessa ao poderoso de Jacob:
3"Não entrarei na tenda da minha casa, não subirei ao estrado do meu leito,
4não darei sono aos meus olhos, nem repouso às minhas pálpebras,
5até que encontre um lugar para o Senhor, uma morada para o Poderoso de Jacob."
6Nós ouvimos dizer que a arca estava em Efrata; fomos achá-la nos campos de laar.
7Entremos na sua morada, prostremo-nos ante o escabelo de seus pés.
8Levanta-te, Senhor, para o lugar do teu repouso, tu e a arca da tua majestade.
9Revistam-se os teus sacerdotes de justiça (ou santidade), e dêem os teus fiéis largas à sua alegria.
10Por amor de Davide, teu servo, não rejeites o rosto do teu ungido.
11Jurou o Senhor a Davide uma promessa firme, que jamais retratará: "Um descendente da tua linhagem porei sobre o teu trono.
12Se os teus filhos guardarem a minha aliança e os preceitos que eu lhes ensinar, também os seus filhos para sempre se sentarão sobre o teu trono."
13Com efeito o Senhor escolheu Sião, desejou-a para sua habitação:
14"Este é o meu repouso para sempre, aqui habitarei, porque a desejei;
15abençoarei copiosamente o seu alimento, saciarei de pão os seus pobres.
16Vestirei os seus sacerdotes de salvação, e os seus santos exultarão de júbilo.
17Ali dilatarei o poder de Davide, prepararei uma lâmpada para o meu ungido"
18Cobrirei de confusão os seus inimigos, enquanto sobre ele brilhará o meu diadema,"
53Tendo passado à outra banda, foram ao país de Genesaré, e lá aportaram.
54Tendo desembarcado, logo o conheceram,
55e, correndo por todo aquele país, começaram a trazer-lhe todos os doentes em leitos, onde sabiam que ele estava.
56Em qualquer lugar a que chegava, nas aldeias, nas cidades ou nas herdades, punham os enfermos no meio das praças, e pediam-lhe que os deixasse tocar ao menos a orla do seu vestido. E todos os que o tocavam ficavam sãos.
Texto bíblico: tradução Pe. Matos Soares (1956). Indicações das leituras conforme o calendário litúrgico romano.